Princípio ativo: dipironaDorpinon
Classe terapêutica dos Antiinflamatorios
Princípio ativo Dipirona Sodica. Uso adulto e pediátrico. venda sob prescrição médica.

Indicações de Dorpinon

Indicado como analgésico e antipirético.

Efeitos Colaterais de Dorpinon

Em pacientes sensíveis, independente da dose, a dipirona pode provocar reações de hipersensibilidade, com manifestações cutâneas do tipo alérgico.

Sob uso prolongado podem surgir também discrasias sangüíneas.

A literatura a respeito relata casos de trombocitopenia, pancitopenia, agranulocitose, anemia hemolítica e metemoglobinemia, já tendo sido relatados casos de aplasia medular.

Como Usar (Posologia)

Solução Oral – Gotas
Adultos: 500 mg – 1 g (20 a 40 gotas) por dose, três vezes ao dia se necessário. A dosagem total diária não deve exceder a 3 g.

Crianças acima de 3 meses a 5 anos: 100 mg a 200 mg (4 a 8 gotas) por dose, 4 vezes ao dia se necessário.

Crianças maiores de 5 anos: 250 mg a 500 mg (10 a 20 gotas) por dose, 4 vezes ao dia se necessário.

Solução Injetável:
Adultos: a natureza e a gravidade do caso clínico apresentado, juntamente com a exclusiva orientação médica, ditam a posologia a ser utilizada.

Em média: 1 a 4 ampolas de 2 ml ao dia, por via intramuscular ou endovenosa. A via endovenosa (cuja aplicação deve ser feita lentamente) é especialmente indicada nos casos de reumatismo articular agudo, cólicas, algias intensas e nos casos de febre alta, podendo, se necessário, usar-se até 15 ml por dia a critério médico.

Comprimidos:
Adultos: 500 mg a 1mg, por dose, 3 vezes ao dia se necessário. A dosagem total diária não deve exceder a 3 g.

Atenção:
Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos do que 5 kg não devem ser tratadas com dipirona sódica, a menos que seja absolutamente necessário.

Contra-Indicações de Dorpinon

Dipirona não deve ser administrada a pacientes com intolerância conhecida aos derivados pirazolônicos ou com determinadas doenças metabólicas, como a porfíria ou a deficiência congênita da glucose-6-fosfato-desidrogenase. Como os demais analgésicos, a dipirona não deve ser administrada em altas doses ou por longo tempo, sem controle médico. É absolutamente contra-indicada na gravidez e também contra-indicada em portadores de nefrite crônica e no glaucoma de ângulo estreito entre a íris e a córnea.

Modo de Uso (Posologia) de Dorpinon

Solução Oral – Gotas
Adultos: 500 mg – 1 g (20 a 40 gotas) por dose, três vezes ao dia se necessário. A dosagem total diária não deve exceder a 3 g.

Crianças acima de 3 meses a 5 anos: 100 mg a 200 mg (4 a 8 gotas) por dose, 4 vezes ao dia se necessário.

Crianças maiores de 5 anos: 250 mg a 500 mg (10 a 20 gotas) por dose, 4 vezes ao dia se necessário.

Solução Injetável:
Adultos: a natureza e a gravidade do caso clínico apresentado, juntamente com a exclusiva orientação médica, ditam a posologia a ser utilizada.

Em média: 1 a 4 ampolas de 2 ml ao dia, por via intramuscular ou endovenosa. A via endovenosa (cuja aplicação deve ser feita lentamente) é especialmente indicada nos casos de reumatismo articular agudo, cólicas, algias intensas e nos casos de febre alta, podendo, se necessário, usar-se até 15 ml por dia a critério médico.

Comprimidos:
Adultos: 500 mg a 1mg, por dose, 3 vezes ao dia se necessário. A dosagem total diária não deve exceder a 3 g.

Atenção:
Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos do que 5 kg não devem ser tratadas com dipirona sódica, a menos que seja absolutamente necessário.

Interações Medicamentosas

Dipirona não deve ser utilizada simultâneamente com álcool, pois pode ocorrer interação das drogas. Associada a clorpromazina, pode provocar hipotermia grave.

No caso de tratamento concomitante com ciclosporina, pode ocorrer uma diminuição no nível de ciclosporina. Por essa razão, são necessários controles regulares dos níveis sangüíneos.

Pacientes Idosos

O produto deve ser utilizado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que se observe as precauções necessárias.

M.s. 1.0270.0049
Farm. resp.: drª eliana de paula d. oriolo – crf-sp nº 6.704
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Serviço ao consumidor ariston: 0800-55-6222
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Precauções e Advertências

Tendo em vista a possibilidade da dipirona provocar agranulocitose, nos tratamentos prolongados, o controle hematológico é obrigatório. Já foi relatado casos de aplasia medular.

A dipirona pode agravar uma tendência ao sangramento decorrente de deficiência de protrombina.

Caso durante o uso de dipirona apareçam manifestações cutâneas ou mucosas, principalmente na boca ou na garganta, o tratamento deve ser suspenso e um médico consultado imediatamente. Pacientes com histórias de reação de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias, podem constituir um grupo de maior risco e apresentar efeitos colaterais mais intensos, até mesmo choque. Neste caso, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e tomadas as providências médicas adequadas. Colocar o paciente deitado com as pernas elevadas e as vias aéreas livres, diluir 1,0 ml de epinefrina a 1:1000 em 10 ml e aplicar 1 ml por via endovenosa e a seguir uma dose alta de glicocorticóide.

Se necessário, fazer reposição do volume sangüíneo com plasma, albumina ou soluções eletrolíticas.

O uso de dipirona é justificado em situações sérias, onde não há alternativa antipirética disponível e adequada, tendo em vista a possibilidade de ocorrer agranulocitose fatal.

Deve-se interromper imediatamente o uso e consultar o médico se surgirem manifestações alérgicas na pele, como prurido e placas vermelhas, se houver dor de garganta ou qualquer outra anormalidade na boca ou garganta.

Superdosagem

No caso de ingestão inadequada e de superdose, o auxílio médico é obrigatório. Se o paciente estiver consciente, deve-se induzir o vômito. A dipirona sódica pode ser eliminada através da hemodiálise ou hemoperfusão.

Laboratório

Ariston Inds. Químs. e Farms. Ltda.

Remédios da mesma Classe Terapêutica

A.a.s., Actiprofen, Algifen, Alginac, Algizolin

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Doralex, Tetrapulmo

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