Princípio ativo: paroxetina

C1 – Receituário de controle especial em duas vias

Depaxancloridrato de paroxetina
20 mg

Comprimidos revestidos

USO ORAL
USO ADULTO

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos de 20 mg, caixas com 20 e 30
comprimidos revestidos.

COMPOSIÇÃO
Cada comprimido revestido contém:
cloridrato de paroxetina (equivalente a 20 mg de paroxetina)
………………………………………………. 22,760 mg
Excipientes: fosfato de cálcio dibásico diidratado,
amidoglicolato de sódio, estearato de magnésio,
hipromelose, macrogol e dióxido de titânio.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Ação esperada do medicamento: O cloridrato de
paroxetina é um antidepressivo eficaz no tratamento
dos sintomas e prevenção de recorrência da depressão,
do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC),
da Doença do Pânico, do Transtorno de Ansiedade Generalizada;
e ainda no tratamento da Fobia Social e do
Transtorno de Estresse Pós-Traumático.
Cuidados de armazenamento: Conservar o medicamento
em sua embalagem original, a temperatura
ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.
Prazo de validade: desde que respeitados os cuidados
de armazenamento, o medicamento apresenta uma
validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação.
Não utilize o medicamento após o vencimento do
prazo de validade.
Gravidez e lactação: informe seu médico a ocorrência
de gravidez na vigência do tratamento ou após seu
término. Informe ao seumédico se estiver amamentando.
Este medicamento não deve ser utilizado por
mulheres grávidas sem orientação médica ou do
cirurgião-dentista.
Cuidados de administração: siga a orientação do seu
médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Interrupção do tratamento: não interromper o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas: Informe ao seu médico o
aparecimento de reações desagradáveis tais como
náusea, sonolência, secura na boca, fraqueza, insônia,
suor abundante, tremor, vertigem, constipação, diarréia,
vômito e apetite reduzido.
A maioria dessas reações adversas pode diminuir de
intensidade e freqüência com a continuação do tratamento
e, em geral, não causam a interrupção do tratamento.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA
DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias:
Não faça uso de bebidas alcoólicas enquanto estiver
em tratamento com o cloridrato de paroxetina. A
absorção e o metabolismo do cloridrato de paroxetina
não são afetados por alimentos e antiácidos.
Contra-indicações e precauções: DEPAXAN (cloridrato
de paroxetina) é contra-indicado para pacientes
com conhecida hipersensibilidade ao medicamento
ou a qualquer componente do medicamento.
DEPAXAN (cloridrato de paroxetina) não deve ser
usado concomitantemente com inibidores da MAO.
Não é recomendado o uso de cloridrato de paroxetina
em crianças.
Uma revisão dos resultados de estudos do uso de
medicamentos antidepressivos em crianças parece
sugerir um aumento do risco de pensamentos e
ações suicidas em crianças usuárias de antidepressivos,
portanto, é recomendado o monitoramento
em pacientes adultos e pediátricos fazendo
uso destes medicamentos.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento
que esteja usando, antes do início, ou durante o
tratamento.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir
veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e
atenção podem estar prejudicadas.
NÃOTOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO
SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA
SAÚDE.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Farmacodinâmica
A paroxetina é um potente inibidor seletivo da
recaptação de serotonina (5-hidroxitriptamina, 5-HT);
acredita-se que sua ação antidepressiva e sua eficácia
no tratamento do transtorno obsessivo compulsivo
(TOC) e do transtorno do pânico estejam relacionadas
à sua inibição específica da recaptação de serotonina
pelos neurônios cerebrais.
A paroxetina não está quimicamente relacionada aos
antidepressivos tricíclicos, tetracíclicos e a outros
antidepressivos disponíveis.
Os principais metabólitos da paroxetina são polares e
conjugados por oxidação emetilação, sendo rapidamente
metabolizados. Considerando-se a relativa falta de
atividade farmacológica, émuito pouco provável que eles
contribuam para os efeitos terapêuticos de DEPAXAN.
Tratamentos por um longo período com DEPAXAN têm
demonstrado que sua ação antidepressiva tem sido
mantida por no mínimo 1 ano.
Em estudos clínicos placebo controlados, a eficácia de
DEPAXAN no tratamento do transtorno do pânico tem
sido mantida por no mínimo 1 ano.

Propriedades Farmacocinéticas
A paroxetina é bem absorvida após administração oral
e sofre metabolismo de primeira passagem. A meiavida
de eliminação é variável, mas geralmente é de
cerca de 1 dia. O estado de equilíbrio dos níveis
sistêmicos é atingido em 7-14 dias após o início do
tratamento, e a farmacocinética parece não se alterar
durante o tratamento prolongado.

INDICAÇÕES
Adultos: DEPAXAN é indicado para o tratamento dos
sintomas do transtorno depressivo de todos os tipos,
incluindo depressão reativa e severa e depressão
acompanhada de ansiedade. Depois de uma resposta
satisfatória inicial, a continuação da terapia com DEPAXAN
é eficaz na prevenção de recorrência da depressão.
DEPAXAN também é indicado para o tratamento dos
sintomas e prevenção da recorrência do Transtorno
Obsessivo Compulsivo (TOC); para o tratamento dos
sintomas e prevenção de recorrência do Transtorno do
Pânico, com ou sem agorafobia; para o tratamento da
Fobia Social / Transtorno da Ansiedade Social – DMS-IV
e, ainda, para o tratamento do Transtorno de Estresse
Pós-Traumático e para o tratamento dos sintomas e
prevenção de recorrência do Transtorno de Ansiedade
Generalizada.

Crianças e adolescentes (menores que 18 anos)
Todas as indicações
DEPAXAN não é indicado para o uso em crianças ou
adolescentes menores de 18 anos (ver Advertências).
Estudos clínicos controlados em crianças e adolescentes
com transtorno depressivo maior não puderam
demonstrar eficácia, e não suportam o uso de
DEPAXAN no tratamento de depressão nesta população.
(ver Advertências).
A eficácia e segurança de DEPAXAN em crianças
menores que 7 anos não tem sido estudada.

CONTRA-INDICAÇÕES
DEPAXAN é contra-indicado para pacientes com
conhecida hipersensibilidade ao medicamento ou a
qualquer componente da fórmula do medicamento.
DEPAXAN não deve ser usado concomitantemente
com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou no
intervalo de até duas semanas após o término do
tratamento com inibidores da MAO, da mesma
forma, os inibidores da MAO não devem ser
iniciados no intervalo de até duas semanas após o
término da terapia com DEPAXAN (ver Interações
Medicamentosas e Outras Interações).
DEPAXAN não deve ser usado concomitantemente
com tioridazina, uma vez que, assim como com
outras drogas que inibem a enzima hepática
CYP450 2D6, a paroxetina pode elevar os níveis
plasmáticos da tioridazina (ver Interações Medicamentosas
e Outras Interações). A administração de
tioridazina isoladamente, pode conduzir ao prolongamento
do intervalo de QTc com séria arritmia
ventricular associada tais como torsade de pointes
e morte súbita.
DEPAXAN não deve ser usado concomitantemente
com a pimozida (ver Interações Medicamentosas).
ADVERTÊNCIAS
Crianças e adolescentes (menores de 18 anos): O
tratamento com antidepressivos é associado ao
aumento do risco de pensamento / comportamento
suicida, emcrianças e adolescentes comtranstorno
depressivomaior e outros transtornos psiquiátricos.
Em estudos clínicos com crianças e adolescentes
usando DEPAXAN, eventos adversos relacionados à
possibilidade de suicídio (pensamento suicida ou
tentativas de suicídio) e hostilidade (predominantemente
agressão, comportamento opositor ou raiva)
foram mais freqüentemente observados em pacientes
tratados com DEPAXAN, do que naqueles
tratados com placebo (ver Reações Adversas).
Existempoucos dados de segurança de longo prazo
emcrianças e adolescentes, relacionados ao crescimento,
maturidade e desenvolvimento comportamental.
Piora do quadro clínico e risco de suicídio em
adultos: adultos jovens, especialmente aqueles
com transtorno depressivo maior, podem ter um
aumento no risco do comportamento suicida durante
o tratamento com DEPAXAN. Uma análise de
um estudo controlado com adultos com transtorno
psiquiátrico demonstrou uma maior freqüência de
comportamento suicida em adultos jovens (prospectivamente
definidos como entre 18 – 24 anos)
tratados com paroxetina comparados com placebo
(17/776 [2,19%] versus 5/542 [0,92%]); entretanto
esta diferença não foi estatisticamente significante.
Em outro grupo, com maior idade (maiores de 24
anos), tal aumento não foi observado. Em adultos
com transtorno depressivo maior (todas as idades),
houve um aumento significativo na freqüência do
comportamento suicida em pacientes tratados com
paroxetina comparados com placebo (11/3455
[0,32%] versus 1/1978 [0,05%]; todos estes eventos
foram tentativas de suicídio). Entretanto, a maior
parte destas tentativas de suicídio com paroxetina
(8 em 11) foram em jovens adultos entre 18 – 30
anos. Estes dados em transtorno depressivo maior
sugerem que a maior freqüência observada na
população adulta jovem com transtornos psiquiátricos
pode ser estendida além dos 24 anos de
idade.
Pacientes com depressão podem apresentar piora
dos sintomas depressivos ou o surgimento de
pensamento / comportamento suicida, tomando ou
não medicação antidepressiva.O risco persiste até
que uma regressão significativa ocorra. A experiência
clínica com terapias antidepressivas indica,
em geral, que o risco de suicídio aumenta no
estágio inicial de recuperação.
Outros distúrbios psiquiátricos para os quais
DEPAXAN é indicado podem estar associados ao
aumento do risco de comportamento suicida e,
essas condições também são co-morbidades associadas
ao transtorno depressivo maior.
Ademais, pacientes com história de pensamento /
comportamento suicida, adultos jovens e aqueles
pacientes que exibem um grau significante de potencial
suicida, antes do início do tratamento,
possuem um alto risco de cometer suicídio.Todos
os pacientes devem ser monitorados quanto à
piora do quadro (incluindo desenvolvimento de
novos sintomas) e suicídios durante o tratamento,
e especialmente no início do tratamento, ou em
qualquer momento que haja alteração na dosagem,
tanto aumento como redução.
Pacientes (e acompanhantes que cuidam destes
pacientes) devem ser alertados sobre a necessidade
de se monitorar qualquer piora do quadro
geral (incluindo desenvolvimento de novos sintomas)
ou o aparecimento de comportamento ou
idéia suicida e procurar cuidado médico imediatamente
caso isso aconteça. Isto pode ser reconhecido,
com o aparecimento de alguns sintomas,
como agitação, acatisia ou mania, que podem estar
relacionados com a situação da doença subjacente
ou da terapia com o medicamento (ver Acatisia,
Mania, Transtorno Bipolar abaixo; reações adversas).
Devem ser consideradas alterações no regime
terapêutico, incluindo possibilidade de descontinuação
da medicação, em pacientes com experiência
de piora clínica (incluindo o desenvolvimento
de novos sintomas) ou surgimento de idéias /
comportamento suicida, especialmente se estes
sintomas forem severos, iniciarem abruptamente,
ou se não faziam parte dos sintomas do paciente.

PRECAUÇÕES
Acatisia: Raramente o uso de DEPAXAN ou outro
ISRSs tem sido associado ao desenvolvimento de
acatisia, a qual é caracterizada pela sensação de
inquietude e agitação psicomotora, tais como
incapacidade de permanecer sentado ou levantado,
geralmente associada a um desconforto subjetivo.
Isto é mais provável que ocorra nas primeiras semanas
de tratamento.
Síndrome serotoninérgica / Síndrome neuroléptica
maligna: Em raros casos, o desenvolvimento de
eventos relacionados à síndrome serotoninérgica
ou síndrome neuroléptica maligna pode ocorrer em
associação ao tratamento com DEPAXAN, particularmente
quando administrado em associação
a outra droga serotoninérgica ou neuroléptica.
Como essa síndrome pode resultar numa potencial
condição de risco de morte, o tratamento com
DEPAXAN deve ser descontinuado se tais eventos
ocorrerem (caracterizado por grupo de sintomas
tais como hipertermia, rigidez, mioclonus, instabilidade
autonômica com possíveis flutuações
rápidas dos sinais vitais, mudanças no estado
mental, incluindo confusão, irritabilidade, agitação
extrema progredindo ao delírio e coma) e o tratamento
sintomático de suporte deve ser iniciado.
DEPAXAN não deve ser usado em associação a
precursores de serotonina (tais como L-triptofano,
oxitriptano) devido ao risco de síndrome serotoninérgica
(ver Contra-indicações e Advertências).
Mania e Transtorno bipolar: Um episódio depressivo
grave pode ser a manifestação inicial do
transtorno bipolar. Geralmente acredita-se (hipótese
não confirmada em ensaios clínicos) que tratar
tal episódio com um único antidepressivo pode
aumentar a probabilidade de precipitação de um
episódio de mania / misto em paciente sob risco de
apresentar transtorno bipolar. Antes de iniciar o
tratamento com um antidepressivo, os pacientes
devem ser adequadamente avaliados para determinar
o risco de transtorno bipolar; tal avaliação deve
incluir história psiquiátrica detalhada, incluindo
história familiar de suicídios, transtorno bipolar, e
depressão. Deve-se notar que DEPAXAN não é
aprovado para uso no tratamento de transtorno
bipolar. Como todo antidepressivo, a paroxetina deve
ser usada com cautela em pacientes com história
de mania.
Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO): O tratamento
com DEPAXAN deve ser iniciado cautelosamente,
no mínimo duas semanas após o término
do tratamento com inibidores da MAO e a dosagem
de DEPAXAN deve ser aumentada gradativamente
até que uma resposta ótima seja alcançada (ver
Contra-indicações e Interações medicamentosas).
Insuficiência renal / hepática: Deve-se ter cautela
ao administrar o produto em pacientes com insuficiência
renal ou com insuficiência hepática (ver
posologia).
Epilepsia: da mesma forma que ocorre com outros
antidepressivos, DEPAXAN deve ser usado com
cuidado em pacientes com epilepsia.
Convulsões: em geral, a incidência de convulsões
é < 0,1% em pacientes tratados com DEPAXAN.
DEPAXAN deve ser descontinuado em qualquer
paciente que apresente convulsões.
Glaucoma: assim como ocorre com outros inibidores
seletivos da recaptação de serotonina (ISRS),
DEPAXAN raramente causa midríase e deve ser
usado com cautela em pacientes com glaucoma de
ângulo agudo.
Terapia eletroconvulsiva (TEC): há pouca experiência
clínica emrelação à administração concomitante
de DEPAXAN em pacientes sob TEC. Entretanto,
existem raros relatos de TEC prolongada, induzida
por convulsões ou convulsões secundárias em
pacientes com ISRSs.
Hiponatremia: foi raramente relatada, predominantemente
em idosos. A hiponatremia geralmente se
reverte com a descontinuação da paroxetina.
Hemorragia: Sangramento na pele e nas membranas
mucosas (incluindo sangramento gastrintestinal)
foi relatado após tratamento com DEPAXAN.
Portanto, DEPAXAN deve ser usado com cautela
em pacientes sob tratamento concomitante com
medicamentos que aumentem o risco de sangramento
e, em pacientes com tendência conhecida a
sangramento ou naqueles com predisposição.
Problemas cardíacos: As mesmas precauções devem
ser observadas em pacientes com problemas
cardíacos.
Sintomas observados na descontinuação de
DEPAXAN em adultos: em estudos clínicos conduzidos
com adultos, eventos adversos decorrentes
da descontinuação do tratamento foram observados
em 30% dos pacientes tratados com DEPAXAN,
comparado a 20% dos pacientes tratados
com placebo. A ocorrência dos sintomas decorrentes
da descontinuação é diferente daquela
resultante da dependência produzida pelo abuso
da substância.
Vertigens, distúrbios sensoriais (incluindo parestesia,
sensação de choque elétrico e tinitus),
distúrbios do sono (incluindo sonho intenso),
agitação ou ansiedade, náuseas, tremor, confusão,
sudorese, cefaléia e diarréia tem sido relatados.
Geralmente esses sintomas são leves a moderados,
entretanto, em alguns pacientes, podem ser
graves. Eles ocorrem, geralmente, dentro dos
primeiros dias após a descontinuação do tratamento,
mas existem raros relatos de tais sintomas
ocorrerem em pacientes que inadvertidamente
esqueceram de tomar uma dose.Geralmente esses
sintomas são autolimitantes e findam dentro de 2
semanas, embora em alguns indivíduos esse
tempo seja mais prolongado (2 – 3 meses ou mais).
Desta forma, recomenda-se que DEPAXAN seja
retirado gradualmente, até a descontinuação do
tratamento, por um período de várias semanas ou
meses, de acordo com as necessidades dos
pacientes (ver Descontinuação do DEPAXAN, e
Posologia).
Sintomas observados com a descontinuação de
DEPAXAN em crianças e adolescentes: Em estudos
clínicos conduzidos com crianças e adolescentes,
eventos adversos decorrentes da descontinuação
do tratamento foram observados em 32% dos
pacientes tratados com DEPAXAN, comparado a
24% dos pacientes tratados com placebo. Os
eventos relatados com a descontinuação de
DEPAXAN em pelo menos 2% dos pacientes, e que
ocorreram pelo menos duas vezes mais que com o
placebo foram: labilidade emocional (incluindo
idéia suicida, tentativa de suicídio, alterações no
humor e vontade de chorar), nervosismo, vertigem,
náusea e dor abdominal (ver Reações Adversas).

Capacidade de dirigir e operar máquinas: Experiências
clínicas têm demonstrado que a terapia
com DEPAXAN não está associada à deterioração
das funções cognitiva e psicomotora. Contudo,
como com todos os fármacos psicoativos, os
pacientes devem ser advertidos quanto à sua capacidade
de dirigir veículos motorizados ou operar
máquinas.
Categoria C de risco na gravidez: Este medicamento
não deve ser utilizado por mulheres grávidas
sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

REAÇÕES ADVERSAS
Algumas das reações adversas listadas abaixo
podem diminuir em intensidade e freqüência com a
continuação do tratamento e geralmente não levam
à suspensão da terapia. As reações adversas estão
listadas abaixo, classificadas por sistemas e
freqüência. As freqüências foram definidas como:
muito comum (> 1/10), comum (> 1/100, < 1/10),
incomuns (> 1/1000, < 1/100), raras (> 1/10.000, <
1/1000), muito raras (< 1/10.000), incluindo casos
isolados. As freqüências das reações adversas
comuns e incomuns foram geralmente determinadas
a partir de dados de segurança agrupados,
obtidos de estudos clínicos com população > 8000
pacientes tratados comparoxetina e avaliados como
sendo de incidência excessiva comparada ao placebo.
Eventos raros emuito raros foramgeralmente
determinados a partir de informações pós-comercialização
e se referem mais à taxa de relato do que
à freqüência real.
Distúrbios do sistema linfático e sangüíneo: Incomum:
sangramento anormal, predominantemente
da pele e membranas mucosas (predominantemente
equimose). Muito raro: trombocitopenia.
Distúrbios do sistema imune: Muito raro: reações
alérgicas (incluindo urticária e angioedema).
Distúrbios endócrinos: Muito raro: síndrome da
secreção inapropriada do hormônio antidiurético
(SIADH).
Distúrbios de metabolismo e nutrição: Comum:
diminuição do apetite. Raro: hiponatremia. A hiponatremia
foi relatada predominantemente em pacientes
idosos e, algumas vezes devido à síndrome
da secreção inapropriada do hormônio antidiurético
(SIADH).
Transtornos psiquiátricos: Comum: sonolência, insônia,
agitação. Incomum: confusão, alucinações.
Raro: reações maníacas. Estes sintomas também
podem ser devidos à doença subjacente.
Distúrbios do sistema nervoso: Comum: vertigem e
tremor. Incomum: distúrbios extrapiramidais. Raros:
convulsões, acatisia.Muito raros: síndrome serotoninérgica
(os sintomas podem incluir agitação,
confusão, diaforese, alucinações, hiperreflexia,
mioclonia, taquicardia e tremores). Relatos de
distúrbios extrapiramidais, incluindo distonia orofacial
foram recebidos de pacientes algumas vezes
com distúrbios de movimentos subjacentes ou que
estavam fazendo uso de medicação neuroléptica.
Distúrbios oculares: Comum: visão turva. Muito
raro: glaucoma agudo.
Distúrbios cardíacos: Incomum: taquicardia sinusal.
Distúrbios vasculares: Incomum: aumento ou
diminuição transitória da pressão sangüínea, que
foram relatados após o tratamento com paroxetina,
geralmente em pacientes com hipertensão ou
ansiedade pré-existentes.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastínicos:
Comum: bocejo. Distúrbios gastrintestinais Muito
comum: náusea. Comum: constipação, diarréia,
boca seca.Muito raros: sangramento gastrintestinal.
Distúrbios hepato-biliares: Raro: elevação das
enzimas hepáticas. Muito raro: eventos hepáticos
(como hepatite, às vezes associada à icterícia e/ou
falha hepática). Foi relatada elevação das enzimas
hepáticas.Muito raramente tambémforamrelatados
eventos hepáticos pós-comercialização (como
hepatite, às vezes associada à icterícia, ou deficiência
hepática). A descontinuação do uso da paroxetina
deve ser considerada se houver elevação
dos resultados de função hepática.
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: Comum:
sudorese. Incomum: rash cutâneo (exantema).
Muito raro: reações de fotossensibilidade.
Distúrbio renal e urinário: Incomum: retenção urinária,
incontinência urinária.
Distúrbios do sistema reprodutivo emamários:Muito
comum: disfunção sexual. Raro: hiperprolactinemia
/ galactorréia.
Distúrbios gerais: Comum: astenia.Muito raro: edema
periférico.
Sintomas observados na descontinuação do tratamento
com paroxetina: Comum: vertigem, distúrbios
sensoriais, distúrbios do sono, ansiedade.
Incomum: agitação, náusea, tremor, confusão, sudorese,
diarréia.
Assim como com muitos medicamentos psicoativos,
a descontinuação da paroxetina (particularmente
de forma abrupta) pode provocar sintomas
como vertigem, distúrbios sensoriais (incluindo
parestesia, sensação de choque elétrico e tinitus),
distúrbios do sono (incluindo sonhos intensos),
agitação ou ansiedade, náusea, dor de cabeça,
tremor, confusão, diarréia e sudorese. Na maioria
dos pacientes, esses eventos são suaves a moderados
e auto-limitantes. Nenhum grupo particular
de pacientes mostrou possuir um risco
aumentado para esses sintomas; entretanto, recomenda-
se que quando o tratamento com DEPAXAN
não for mais necessário, a descontinuação seja
gradual através da redução da dosagem (ver Posologia
e Precauções e Advertências).
Reações adversas observadas em estudos clínicos
pediátricos: Em estudos clínicos pediátricos, os
seguintes eventos adversos foram relatados em no
mínimo 2% dos pacientes, e ocorreu com incidência
pelo menos duas vezes maior do que aquela
observada com placebo: labilidade emocional
(incluindo auto-destruição, pensamento / comportamento
suicida, choro e flutuação do humor),
hostilidade, diminuição do apetite, tremor, sudorese,
hipercinesia, e agitação. Pensamento / comportamento
suicida foram observados principalmente
em estudos clínicos conduzidos em adolescentes
com transtorno depressivo maior. Hostilidade foi
observada, particularmente, em crianças com
transtorno obsessivo compulsivo e, especialmente,
em crianças menores de 12 anos de idade.
Em estudos que utilizaram um regime de redução
de dose (redução da dose diária em 10 mg/dia em
intervalos semanais até a dose de 10 mg/dia por
uma semana), os sintomas reportados durante a

fase de redução ou com a descontinuação de
DEPAXAN, em, no mínimo 2% dos pacientes e que
ocorreram pelo menos duas vezes mais que com
placebo foram: labilidade emocional, nervosismo,
vertigem, náusea e dores abdominais (ver Advertências).

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Drogas serotoninérgicas: assim como ocorre com
outros ISRSs, a co-administração com fármacos serotoninérgicos
(incluindo IMAOs, L-triptofano, tramadol,
linezolida, ISRSs, lítio ou preparações a partir de erva
de São João Hypericum perforatum) podem levar a
um aumento dos efeitos associados ao 5-HT (síndrome
serotoninérgica: ver Contra-indicações e Advertências).
A associação entre DEPAXAN e estas drogas requer
muito cuidado e um monitoramento clínico minucioso.
Pimozida: em um estudo de baixa dose única de
pimozida (2 mg) foi demonstrado aumento nos níveis
de pimozida quando co-administrada com paroxetina.
Enquanto o mecanismo de interação for desconhecido,
devido à janela terapêutica estreita da pimozida e sua
conhecida habilidade de prolongar o intervalo QT, o
uso concomitante de pimozida e DEPAXAN é contraindicado
(ver Contra-indicações).
Enzimas metabolizadoras de drogas: o metabolismo
e a farmacocinética da paroxetina podem ser afetadas
pela indução ou inibição de enzimas metabolizadoras
de drogas.
Quando DEPAXAN é co-administrado com um inibidor
conhecido da enzima metabolizadora, deve-se considerar
o uso das doses mais baixas da faixa terapêutica.
Nenhum ajuste da dosagem inicial deve ser
considerado necessário quando o fármaco coadministrado
for um indutor conhecido (ex.: carbamazepina,
rifampicina, fenobarbital, fenitoína). Qualquer
ajuste de dose subseqüente deve ser conduzido pelos
efeitos clínicos (tolerabilidade e eficácia).
Fosamprenavir / ritonavir: a co-administração de
fosamprenavir / ritonavir com a paroxetina reduz significativamente
os níveis plasmáticos de paroxetina.
Qualquer ajuste na dose deve considerar o efeito
clínico (tolerabilidade e eficácia).
Prociclidina: a administração diária de paroxetina
aumenta significativamente os níveis plasmáticos de
prociclidina. Se forem observados efeitos anticolinérgicos,
a dose de prociclidina deve ser reduzida.
Anticonvulsivantes: carbamazepina, fenitoína, valproato
de sódio. A administração concomitante não
aparenta apresentar efeito no perfil farmacocinético /
farmacodinâmico em pacientes epiléticos.
Potencial inibitório da CYP2D6 da paroxetina: assim
como outros antidepressivos, incluindo outros ISRSs, a
paroxetina inibe a enzima hepática citocromo P450
CYP2D6. A inibição da CYP2D6 pode conduzir a
concentração plasmática aumentada de drogas coadministradas
metabolizadas por essa enzima. Isso
inclui certos antidepressivos tricíclicos (ex: nortriptilina,
amitriptilina, imipramina e desipramina), neurolépticos
fenotiazínicos (ex.: perfenazina e tioridazina), risperidona,
atomoxetina, certos antiarrítmicos tipo 1c (ex.:
propafenona e flecainida) e metoprolol.
CYP3A4: Um estudo de interação in vivo envolvendo a
co-administração no estado de equilíbrio de paroxetina
e terfenadina, um substrato do citocromo CYP3A4 revelou
que a paroxetina não afetou a farmacocinética da
terfenadina. Um estudo similar de interação in vivo
revelou que a paroxetina não afetou a farmacocinética
do alprazolam e vice-versa. A administração concomitante
de paroxetina com terfenadina, alprazolam e
outras drogas que sejam substrato do CYP3A4 não é
esperada de oferecer perigo.
Estudos clínicos demonstraram que a absorção e a
farmacocinética da paroxetina não são afetados ou são
marginalmente afetadas (por ex.: em uma dosagem
que não é necessária nenhuma alteração) por: alimentos;
antiácidos; digoxina; propranolol; álcool; a
paroxetina não potencializa a redução da habilidade
motora e mental causada pelo álcool, entretanto, o uso
concomitante de paroxetina e álcool não é recomendado.

POSOLOGIA
Conforme recomendado para todos os medicamentos
antidepressivos, a posologia deve ser avaliada e ajustada,
se necessário, dentro de 2 a 3 semanas do início
do tratamento e, a partir de então, conforme considerado
clinicamente apropriado.
Os pacientes devem ser tratados por um período
suficiente para garantir que estejam livres dos sintomas.
Este período pode ser de vários meses para
depressão, podendo ser mais longo para o tratamento
do Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) ou Doença
do Pânico.
Da mesma forma que com muitos medicamentos
psicoativos, a descontinuação abrupta deve ser evitada
(ver Reações Adversas).
Depressão: a dose recomendada é de 20 mg ao dia.
Em alguns pacientes, pode ser necessário aumentar a
dose. Isto deve ser feito gradativamente, em aumentos
de 10 mg até 50 mg/dia, de acordo com a resposta do
paciente.
Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC): a dose
recomendada é de 40 mg ao dia. O tratamento deve
ser iniciado com 20 mg ao dia e a dose pode ser
aumentada semanalmente, em aumentos de 10 mg.
Alguns pacientes se beneficiam pelo aumento da
dosagem até o máximo de 60 mg/dia.
Doença do Pânico: a dose recomendada é de 40 mg
ao dia. O tratamento deve ser iniciado com 10 mg ao
dia e a dose deve ser aumentada semanalmente, em
aumentos de 10 mg, de acordo com a resposta do
paciente. Alguns pacientes podem se beneficiar pelo
aumento da dosagem até o máximo de 50 mg/dia.
Uma dose inicial baixa é recomendada para minimizar
a piora potencial da sintomatologia do pânico que,
conforme se reconhece, geralmente ocorre no início do
tratamento da Doença do Pânico.
Fobia Social / Transtorno de Ansiedade Social: a
dose recomendada é de 20 mg/dia. Os pacientes que
não responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar
pelo aumento da dosagem em aumentos de 10
mg, conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia.
As alterações de dosagem devem ocorrer em intervalos
de pelo menos 1 semana.
Transtorno de Ansiedade Generalizada: a dose
recomendada é de 20 mg/dia. Os pacientes que não
responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar
pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg,
conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia, de
acordo com a resposta dos pacientes.
Transtorno de Estresse Pós-Traumático: a dose
recomendada é de 20 mg/dia. Os pacientes que não
responderem à dose de 20 mg, podem se beneficiar
pelo aumento da dosagem em aumentos de 10 mg,
conforme necessário, até o máximo de 50 mg/dia, de
acordo com a resposta dos pacientes.
Descontinuação de DEPAXAN: assim como outros
medicamentos psicoativos, a descontinuação abrupta
deve ser evitada (ver Reações Adversas, Precauções
e Advertências). O regime de redução de dose, usada
em estudos clínicos recentes, envolvem uma redução
na dose diária de 10 mg, em intervalos semanais.
Ao atingir uma dose diária de 20 mg/dia, os pacientes
mantiveram esta dose por uma semana, antes da
descontinuação do tratamento. Caso sintomas intoleráveis
ocorram após a redução da dose ou na
descontinuação do tratamento, deve-se considerar o
uso da dose previamente prescrita. Subseqüentemente,
o médico deve continuar reduzindo a dose, mas
numa taxa mais gradativa.

USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS
DE RISCO

Pacientes idosos: Ocorre aumento das concentrações
plasmáticas.
A posologia deve ser iniciada com a dose adulto e pode
ser aumentada semanalmente, em aumentos de 10
mg/dia até o máximo de 40 mg/dia, de acordo com a
resposta do paciente.
Crianças e adolescentes (menores que 18 anos):
não é indicado o uso de DEPAXAN em crianças e
adolescentes menores de 18 anos (ver Indicações e
Advertências).
Insuficiência hepática / renal: o aumento das concentrações
plasmáticas de paroxetina ocorre em pacientes
com insuficiência renal grave (clearence de creatinina
< 30 ml/min) ou aqueles com insuficiência hepática. A
dose recomendada é de 20 mg ao dia. Aumentos de
dosagem, se necessário, deverão ser restritos à
dosagem mínima da faixa permitida.
Gravidez e lactação: estudos em animais não demonstraram
quaisquer efeitos teratogênico ou embriotóxico
seletivo.
Recentes estudos epidemiológicos em grávidas após
exposição materna a antidepressivos durante o primeiro
trimestre de gravidez mostraram um aumento no
risco de malformações congênitas, particularmente
cardiovasculares (como defeitos do septo atrial e
ventricular), associados ao uso de paroxetina. Os dados
sugerem que o risco do feto ter um defeito cardiovascular
após a exposição materna a paroxetina é de
aproximadamente 1/50, comparado com a taxa esperada
para estes efeitos na população em geral, que
é de aproximadamente 1/100.
O médico precisa avaliar a opção de tratamentos alternativos
em mulheres grávidas ou que estão planejando
engravidar, e deve prescrever DEPAXAN somente
quando os benefícios potenciais justificarem os riscos.
Se o médico optar pela descontinuação do tratamento,
deve ser observada a Posologia Descontinuação de
DEPAXAN e Advertências – Sintomas observados com
a descontinuação de DEPAXAN em adultos.
Houve relatos de nascimento prematuro em mulheres
grávidas expostas a paroxetina ou outros ISRSs,
entretanto não foi estabelecida uma relação causal.
Deve-se monitorar o recém-nascido caso a mãe tenha
dado continuidade ao tratamento com DEPAXAN nos
estágios finais da gravidez, uma vez que houve relatos
de complicações em neonatos expostos ao DEPAXAN
ou outros ISRSs após o terceiro trimestre de gravidez.
Entretanto, uma relação causal com a terapia ainda
não pode ser estabelecida. Os achados clínicos relatados
incluem: desconforto respiratório, cianose,
apnéia, convulsões, instabilidade térmica, dificuldade
em amamentar, vômito, hipoglicemia, hipertonia, hipotonia,
hiperreflexia, tremor, nervosismo, irritabilidade,
letargia, choro constante e sonolência. Em alguns
casos, os sintomas relatados foram descritos como síndrome
de abstinência neonatal. Na maioria dos casos,
as complicações ocorreram imediatamente ou logo em
seguida ao nascimento (menos de 24 horas).
Uma pequena quantidade de paroxetina é excretada
pelo leite materno. Em estudos publicados, as concentrações
séricas em crianças amamentadas foram
indetectáveis (< 2 ng/ml) ou muito baixas (< 4 ng/ml).
Não foram observados sinais de efeito da droga nessas
crianças. Contudo, não deve ser usado durante a
amamentação, a não ser que os benefícios esperados
à mãe justifiquem os potenciais riscos à criança.

SUPERDOSE
Uma ampla margem de segurança é evidente a partir
dos dados disponíveis. Casos de superdose foram
relatados em pacientes que administravam até 2000
mg de paroxetina isoladamente ou em combinação
com outras medicações, incluindo álcool. As experiências
de superdose com DEPAXAN demonstraram
além dos sintomas observados em reações adversas,
os seguintes sintomas: vômito, pupila dilatada, febre,
alterações na pressão arterial, cefaléia, contrações
musculares involuntárias, agitação, ansiedade e taquicardia.
Coma ou alterações no ECG foram ocasionalmente
relatadas, e muito raramente um resultado fatal, mas
geralmente quando DEPAXAN foi administrado em
associação com outros fármacos psicotrópicos, com
ou sem álcool.
Não se conhece um antídoto específico.
O tratamento deve consistir de medidas gerais empregadas
nos casos de superdose com qualquer antidepressivo.
A rápida administração de carvão ativado
pode retardar a absorção de paroxetina.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE
SER VENDIDO COM RETENÇÃO DE RECEITA

MS – 1.1213.0375
Farmacêutico Responsável:
Alberto Jorge Garcia Guimarães CRF-SP 12449
Nº do lote, data de fabricação e validade: vide cartucho.

BIOSINTÉTICA FARMACÊUTICA LTDA.
Av. das Nações Unidas, 22.428
São Paulo – SP
CNPJ nº 53.162.095/0001-06
Indústria Brasileira

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