Princípio ativo: desmopressinaDdavp
Princípio ativo Desmopressina. venda sob prescrição médica.

Indicações de Ddavp

Injetável: Diabetes insipidus central: O uso de DDAVP em pacientes com um diagnóstico estabelecido resultará na redução da eliminação urinária com aumento concomitante na osmolalidade da urina e decréscimo da osmolalidade plasmática. Isto resulta num decréscimo da freqüência urinária e decréscimo da “noctúria”. Teste de capacidade da concentração urinária: DDAVP pode ser usado para testar a capacidade do rim em concentrar a urina; como diagnóstico auxiliar no exame da função renal. Este é especialmente útil no diagnóstico diferencial entre os níveis de infecção do trato urinário. Cistite, ao contrário da pielonefrite, não causa uma habilidade subnormal em concentrar a urina. Hemofilia A e doença de von Willebrand: Para o controle da hemorragia e como profilático da hemorragia em conjunto com pequenos procedimentos cirúrgicos em pacientes portadores de hemofilia A leve e com doença de von Willebrand, que respondam positivamente ao teste da dose. Em casos excepcionais, mesmo casos moderados da doença podem ser tratados. Outras desordens hemorrágicas: Encurtamento ou normalização do tempo de sangramento antes de uma terapêutica invasiva ou operação diagnóstica, ou para o controle de sangramento em pacientes com hemorragia prolongada, como uma conseqüência de disfunção trombocítica congenital ou induzida por drogas, uremia, cirrose hepática ou em pacientes com tempo prolongado de hemorragia de etiologia desconhecida. Spray nasal/solução intranasal: Diabetes insipidus central, teste de capacidade da concentração renal. Enurese noturna primária: DDAVP é indicado para o tratamento curto da enurese noturna primária em crianças com cinco anos ou mais, que têm capacidade normal de concentrar urina. Comprimidos: Diabetes insipidus central e enurese noturna primária em crianças com cinco anos ou mais.

Efeitos Colaterais de Ddavp

Uma pequena porcentagem de pacientes tratados pode apresentar dor de cabeça, fadiga, náusea e dor estomacal. Tratamento sem a restrição concomitante da ingestão de líquido pode levar à retenção de água com acompanhamento de sinais e sintomas (redução do sódio sérico, ganho de peso e, em casos mais sérios, convulsões). Injetável: Comuns (> 1/100): Geral: Dor de cabeça. Com altas doses: Fadiga. Circulatório (com altas doses): Queda passageira na pressão sangüínea com taquicardia reflexa e rubor no momento da administração. Raros (< 1/1.000): Geral (com altas doses): Tontura. Spray nasal/solução intranasal: Comuns (> 1/100): Geral: Dor de cabeça. Gastrintestinais: Dor estomacal, náusea. Trato respiratório superior: Congestão nasal/rinite, epistaxe. Menos comuns (1/100-1/1.000): Pele: Reações alérgicas ao conservante. Comprimidos: Dor de cabeça, náusea, dor de estômago ou epistaxe.

Como Usar (Posologia)

Injetável: Diabetes “insipidus” central: A injeção pode ser usada quando a administração intranasal é considerada ineficaz. A dose é determinada para cada paciente e ajustada de acordo com o volume de urina e sódio sérico. Dose normal intravenosa: Adultos: 1 a 4 mcg (0,25 a 1 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Crianças abaixo de 1 ano de idade: 0,2 a 0,4 mcg (0,05 a 0,1 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Crianças acima de 1 ano de idade: 0,4 a 1 mcg (0,1 a 0,25 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Para pacientes que foram controlados com DDAVP intranasal e que devem ser transferidos para a forma injetável, ou devido à pobre absorção intranasal, ou devido à necessidade de cirurgia, a dose antidiurética é de aproximadamente 10% da dose intranasal. Teste de capacidade da concentração renal: A dose normal para adulto, intramuscular ou subcutânea, é de 4 mcg (1 ml). Para crianças acima de 12 meses de idade a dose é de 1 a 2 mcg (0,25 a 0,5 ml). Para crianças abaixo de 12 meses de idade a dose é de 0,4 mcg (0,1 ml). Para crianças é recomendável primeiro o uso da solução intranasal. Após a administração de DDAVP, qualquer possível urina dentro de uma hora é descartada; durante as próximas 8 horas, duas porções de urina são coletadas para medida de osmolalidade. Um consumo reduzido de água deve ser observado (ver Cuidados especiais). Controle terapêutico do sangramento ou como medida profilática antes de operação invasiva: 0,3 mcg/kg de peso corpóreo diluído em 50 a 100 ml salina fisiológica e administrado como infusão intravenosa durante 15 a 30 minutos. Se um efeito positivo é obtido, a dose inicial de DDAVP pode ser repetida 1 a 2 vezes com intervalos de 6 a 12 horas. Além disso, a repetição da dose pode resultar em um efeito reduzido. Em pacientes com hemofilia, o aumento desejado de VIII:C é avaliado pelo mesmo critério como no tratamento com concentrado de fator VIII. A concentração de VIII:C deve ser acompanhada regularmente, desde que em alguns poucos casos foi notada uma diminuição com doses repetidas. Se a infusão de DDAVP não leva ao aumento desejado da concentração de VIII:C no plasma, o tratamento pode ser complementado com um suprimento de concentrado de fator VIII. O tratamento de pacientes com hemofilia deve ser conduzido em conjunto com testes laboratoriais para verificar a capacidade de coagulação. Determinação do fator de coagulação e tempo de hemorragia antes do tratamento com DDAVP. Os níveis plasmáticos de VIII:C e vWF:Ag aumentam substancialmente depois da administração de desmopressina. No entanto, não tem sido possível estabelecer qualquer correlação entre a concentração plasmática destes fatores e o tempo de sangramento, antes ou após a administração de desmopressina. O efeito da desmopressina no tempo de sangramento deveria, portanto, se possível, ser testado no paciente individual. O teste de tempo de sangramento deve ser tão padronizado quanto possível. Ex.: com o uso de Simplate II. Determinação do tempo de sangramento e níveis plasmáticos de fatores de coagulação devem ser conduzidos em conjunto com testes laboratoriais. Comprimidos: Diabetes “insipidus” central: Uma dose inicial para crianças e adultos é 0,1 mg três vezes ao dia. A dose é então ajustada de acordo com a resposta do paciente. De acordo com a experiência clínica, a dose diária varia entre 0,2 e 1,2 mg. Para a maioria dos pacientes, 0,1 a 0,2 mg três vezes ao dia é o regime de dose ótimo. Enurese noturna primária: Uma dose adequada inicial é de 0,2 mg ao deitar-se. A dose pode ser aumentada até 0,4 mg se a dose menor não for suficientemente efetiva; a necessidade para a continuidade do tratamento deve ser reavaliada após, na média, de um período de pelo menos 1 ano sem tratamento com DDAVP. Um consumo restrito de água deve ser observado (ver Cuidados especiais). Spray nasal/solução intranasal: Diabetes “insipidus” central: A dose é individualizada, mas a experiência clínica tem mostrado que a dose média diária em adultos é 20 a 40 mcg. Pode ser administrada como uma dose única ou dividida em duas ou três doses. Aproximadamente um terço dos pacientes podem ser tratados com uma única dose diária. Teste de capacidade de concentração renal: A dose normal para adulto é 40 mcg. Para crianças acima de 12 meses, a dose é 10 a 20 mcg. Para crianças abaixo de 12 meses, a dose é 10 mcg. Após a administração de DDAVP, qualquer possível urina dentro de uma hora é descartada. Durante as próximas 8 horas, duas porções de urina são coletadas para a medida da osmolalidade. Uma ingestão restrita de água deve ser observada. O nível de referência para a osmolalidade normal da urina após a administração de DDAVP é de 800 mOsm/kg para a maioria dos pacientes. Com valores abaixo desse nível, o teste deve ser repetido. Um novo resultado baixo indica uma capacidade prejudicada em concentrar a urina e o paciente deve ser encaminhado para outros exames, a fim de se descobrir a causa do mau funcionamento. Enurese noturna primária: A dose clinicamente efetiva varia entre os pacientes e os limites entre 10 mcg e 40 mcg. Uma dose adequada inicial é de 20 mcg ao deitar-se. Uma ingestão restrita de líquidos deve ser observada.

Contra-Indicações de Ddavp

Gerais: DDAVP não pode ser usado nos casos de: polidpsia habitual e psicogênica; insuficiência cardíaca e outras condições que requerem tratamento com agentes diuréticos; hipersensibilidade a qualquer componente da fórmula. DDAVP Injetável quando usado como hemostático é contra-indicado nos casos de: angina pectoris instável; insuficiência cardíaca descompensada; doença de von Willebrand tipo II.

Precauções

Precauções para prevenir o excesso de fluido devem ser tomadas nos casos de: pacientes muito jovens e idosos; condições caracterizadas por desequilíbrio eletrolítico ou fluídico; pacientes com risco de aumento da pressão intracraniana. Mudanças na mucosa nasal, como edema, ou outras doenças podem causar erro, absorção insuficiente e, nestes casos, DDAVP por via intranasal não deverá ser usado. Quando DDAVP Injetável for usado como hemostático, medidas para evitar o excesso de líquido devem ser tomadas, em condições que requerem tratamento com agentes antidiuréticos. Precauções adicionais para uso em teste de capacidade de concentração renal: O teste realizado em crianças abaixo de 1 ano de idade deve ser realizado somente sob supervisão cuidadosa em hospital.

Modo de Uso (Posologia) de Ddavp

Injetável: Diabetes “insipidus” central: A injeção pode ser usada quando a administração intranasal é considerada ineficaz. A dose é determinada para cada paciente e ajustada de acordo com o volume de urina e sódio sérico. Dose normal intravenosa: Adultos: 1 a 4 mcg (0,25 a 1 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Crianças abaixo de 1 ano de idade: 0,2 a 0,4 mcg (0,05 a 0,1 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Crianças acima de 1 ano de idade: 0,4 a 1 mcg (0,1 a 0,25 ml) 1 a 2 vezes ao dia. Para pacientes que foram controlados com DDAVP intranasal e que devem ser transferidos para a forma injetável, ou devido à pobre absorção intranasal, ou devido à necessidade de cirurgia, a dose antidiurética é de aproximadamente 10% da dose intranasal. Teste de capacidade da concentração renal: A dose normal para adulto, intramuscular ou subcutânea, é de 4 mcg (1 ml). Para crianças acima de 12 meses de idade a dose é de 1 a 2 mcg (0,25 a 0,5 ml). Para crianças abaixo de 12 meses de idade a dose é de 0,4 mcg (0,1 ml). Para crianças é recomendável primeiro o uso da solução intranasal. Após a administração de DDAVP, qualquer possível urina dentro de uma hora é descartada; durante as próximas 8 horas, duas porções de urina são coletadas para medida de osmolalidade. Um consumo reduzido de água deve ser observado (ver Cuidados especiais). Controle terapêutico do sangramento ou como medida profilática antes de operação invasiva: 0,3 mcg/kg de peso corpóreo diluído em 50 a 100 ml salina fisiológica e administrado como infusão intravenosa durante 15 a 30 minutos. Se um efeito positivo é obtido, a dose inicial de DDAVP pode ser repetida 1 a 2 vezes com intervalos de 6 a 12 horas. Além disso, a repetição da dose pode resultar em um efeito reduzido. Em pacientes com hemofilia, o aumento desejado de VIII:C é avaliado pelo mesmo critério como no tratamento com concentrado de fator VIII. A concentração de VIII:C deve ser acompanhada regularmente, desde que em alguns poucos casos foi notada uma diminuição com doses repetidas. Se a infusão de DDAVP não leva ao aumento desejado da concentração de VIII:C no plasma, o tratamento pode ser complementado com um suprimento de concentrado de fator VIII. O tratamento de pacientes com hemofilia deve ser conduzido em conjunto com testes laboratoriais para verificar a capacidade de coagulação. Determinação do fator de coagulação e tempo de hemorragia antes do tratamento com DDAVP. Os níveis plasmáticos de VIII:C e vWF:Ag aumentam substancialmente depois da administração de desmopressina. No entanto, não tem sido possível estabelecer qualquer correlação entre a concentração plasmática destes fatores e o tempo de sangramento, antes ou após a administração de desmopressina. O efeito da desmopressina no tempo de sangramento deveria, portanto, se possível, ser testado no paciente individual. O teste de tempo de sangramento deve ser tão padronizado quanto possível. Ex.: com o uso de Simplate II. Determinação do tempo de sangramento e níveis plasmáticos de fatores de coagulação devem ser conduzidos em conjunto com testes laboratoriais. Comprimidos: Diabetes “insipidus” central: Uma dose inicial para crianças e adultos é 0,1 mg três vezes ao dia. A dose é então ajustada de acordo com a resposta do paciente. De acordo com a experiência clínica, a dose diária varia entre 0,2 e 1,2 mg. Para a maioria dos pacientes, 0,1 a 0,2 mg três vezes ao dia é o regime de dose ótimo. Enurese noturna primária: Uma dose adequada inicial é de 0,2 mg ao deitar-se. A dose pode ser aumentada até 0,4 mg se a dose menor não for suficientemente efetiva; a necessidade para a continuidade do tratamento deve ser reavaliada após, na média, de um período de pelo menos 1 ano sem tratamento com DDAVP. Um consumo restrito de água deve ser observado (ver Cuidados especiais). Spray nasal/solução intranasal: Diabetes “insipidus” central: A dose é individualizada, mas a experiência clínica tem mostrado que a dose média diária em adultos é 20 a 40 mcg. Pode ser administrada como uma dose única ou dividida em duas ou três doses. Aproximadamente um terço dos pacientes podem ser tratados com uma única dose diária. Teste de capacidade de concentração renal: A dose normal para adulto é 40 mcg. Para crianças acima de 12 meses, a dose é 10 a 20 mcg. Para crianças abaixo de 12 meses, a dose é 10 mcg. Após a administração de DDAVP, qualquer possível urina dentro de uma hora é descartada. Durante as próximas 8 horas, duas porções de urina são coletadas para a medida da osmolalidade. Uma ingestão restrita de água deve ser observada. O nível de referência para a osmolalidade normal da urina após a administração de DDAVP é de 800 mOsm/kg para a maioria dos pacientes. Com valores abaixo desse nível, o teste deve ser repetido. Um novo resultado baixo indica uma capacidade prejudicada em concentrar a urina e o paciente deve ser encaminhado para outros exames, a fim de se descobrir a causa do mau funcionamento. Enurese noturna primária: A dose clinicamente efetiva varia entre os pacientes e os limites entre 10 mcg e 40 mcg. Uma dose adequada inicial é de 20 mcg ao deitar-se. Uma ingestão restrita de líquidos deve ser observada.

Apresentações

Ddavp injetável: disponível em cartucho contendo 10 ampolas com 1 ml de solução estéril de acetato de desmopressina 4 mcg/ml. ddavp comprimidos: disponível em frascos contendo 30 comprimidos de 0,1 e 0,2 mg (uso interno). ddavp spray nasal: disponível em frasco contendo 25 e 50 doses de 10 mcg (uso intranasal). ddavp solução intranasal: disponível em frasco contendo 25 doses de 10 mcg (uso intranasal) com 2 aplicadores.

Composição

Spray nasal: Acetato de desmopressina 0,1 mg; Cloreto de benzalcônio 0,1 mg; Água purificada q.s.p. 1,0 ml. Comprimidos: Acetato de desmopressina 0,1 mg e 0,2 mg. Excipiente q.s.p. 1 comp. O excipiente contém amido de batata, estearato de magnésio, lactose, povidone. Injetável: Acetato de desmopressina 4 mcg; Cloreto de sódio q.s.; Ácido clorídrico (para ajuste de pH); Água para injetável q.s.p. 1,0 ml.

Cuidados Especiais

Atenção especial deve ser depositada no risco de retenção de água. A ingestão de líquido deve ser restrita à menor quantidade possível e o peso corpóreo deve ser checado regularmente. Quando usado com propósitos de diagnóstico, a ingestão de fluidos não deve exceder 0,5 l a partir de uma hora antes e até oito horas após a administração. Deve haver um aumento gradual de peso corpóreo, decréscimo de sódio sérico abaixo de 130 mmol/ml ou da osmolalidade plasmática abaixo de 270 mOsm/kg de peso corpóreo, a ingestão fluídica deve ser reduzida drasticamente e a administração de DDAVP interrompida. Substâncias as quais são conhecidas por liberar hormônio antidiurético, por ex.: antidepressivos tricíclicos, clorpromazina, carbamezapina, podem causar um efeito antidiurético adicional e aumentar o risco de retenção aquosa. Junto à infusão de DDAVP para uso hemostático, a pressão sangüínea deve ser monitorada continuamente. DDAVP não reduz o tempo de sangramento em trombocitopenia.

Gravidez

Estudos de reprodução realizados em ratos e coelhos com doses maiores que 100 vezes a dose humana não revelaram evidências de ação danosa da desmopressina ao feto. Um investigador relatou três casos de malformação em crianças de mães sofrendo de diabetes insipidus e que receberam desmopressina durante a gravidez. No entanto, vários outros estudos publicaram relatos contendo mais de 120 casos, mostrando que mulheres tratadas com desmopressina durante a gravidez tiveram fetos normais. Além disso, uma revisão de um grande número de dados investigaram 29 crianças que tinham sido expostas à desmopressina durante o período completo da gravidez e não mostraram nenhum aumento na velocidade de malformação.

Interações Medicamentosas

Indometacina pode aumentar a magnitude, mas não a duração da resposta à desmopressina.

Lactação

Resultados de análise do leite de mães que estão amamentando, recebendo altas doses de desmopressina (300 microgramas intranasal), indicam que as quantidades de desmopressina que podem ser transferidas para a criança são consideravelmente menores que as necessárias para influenciar a diurese.

Mecanismo de Ação

Comprimidos: A única ação farmacodinâmica detectada depois da administração oral de desmopressina são redução do fluxo da urina e aumento da osmolalidade da urina. Na maioria dos estudos o efeito antidiurético aparece após 15 a 30 minutos da ingestão oral de desmopressina e alcança o máximo depois de 60 a 120 minutos. Em geral, o grau de efeito foi dose-dependente dentro das faixas de dosagens estudadas, assim como a duração da antidiurese. O mecanismo de ação é idêntico ao da vasopressina, ligação do peptídio a receptores específicos das células renais tubulares seguida por ativação intracelular de um sistema mensageiro, neste caso a adenilato-ciclase leva à formação de AMPcíclico. Injetável: DDAVP em alta dosagem, 0,3 mcg/kg de peso corpóreo intravenosa ou subcutaneamente, leva ao aumento no plasma da atividade do fator coagulante VIII (VIII:C). Também aumenta o conteúdo do fator antígeno de von Willebrand (vWF:Ag), mas em uma menor extensão. Ao mesmo tempo há uma liberação do ativador plasminogênico (t-PA). A máxima concentração de plasma após a dose de 0,3 mcg/kg de peso corpóreo é alcançada depois de aproximadamente 60 minutos e resulta numa média de 800 pg/ml. A meia-vida plasmática varia entre 3 e 4 horas. A duração do efeito hemostático depende da meia-vida plasmática para o fator VIII:C, a qual é aproximadamente de 8 a 12 horas. A administração de desmopressina também tem mostrado levar a um encurtamento ou normalização do tempo de sangramento em pacientes com hemorragia prolongada, como em uremia, cirrose hepática, disfunção trombocítica congenital ou induzida por drogas e em pacientes com hemorragia prolongada de etiologia desconhecida.

Overdose

A overdose aumenta o risco da retenção de fluido e hiponatremia. Embora o tratamento deva ser individualizado, as seguintes recomendações gerais podem ser dadas: Hiponatremia assintomática é tratada com a descontinuação do tratamento com desmopressina e restrição fluídica. Infusão de solução isotônica ou hipertônica de cloreto de sódio pode ser adicionada em casos sintomáticos. Quando a retenção fluídica é severa (convulsões e inconsciência) deve ser instituído tratamento com furosemida.

Laboratório

Laboratórios Ferring Ltda.

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