Princípios ativos: cafeína, cloridrato de fenilefrina, maleato de dexclorfeniramina, salicilamidaCoristina R
Classe terapêutica dos Antigripais
Princípios ativos Cafeina, Maleato de Dexclorfeniramina, Cloridrato de Fenilefrina e Salicilamida. Uso em adulto.

Indicações de Coristina R

CORISTINA* R é indicada como analgésico e antitérmico no tratamento de dores e febres associadas aos estágios iniciais e tardios dos sintomas do estado gripal e do resfriado comum (como congestão nasal aguda, rinorréia, hipertermia, cefaléia, fadiga e mialgias), e para a congestão nasal secundária a gripes e resfriados. CORISTINA* R também é recomendada para o alívio sintomático da rinite alérgica, reduzindo a hipersecreção ou o prurido associados a esse estado.

Efeitos Colaterais de Coristina R

O médico deve estar alerta para a possibilidade de qualquer efeito adverso associado com o uso de anti-histamínicos e simpaticomiméticos. Pode ocorrer sonolência com o uso do maleato de dexclorfeniramina. Outros possíveis efeitos adversos dos anti-histamínicos incluem reações cardiovasculares, hematológicas, neurológicas, gastrintestinais, geniturinárias e respiratórias. Efeitos adversos gerais, como urticária, erupções cutâneas, choque anafilático, fotossensibilidade, sudorese, calafrios, secura da boca, nariz e garganta, também foram relatados.

Efeitos adversos simpaticomiméticos incluem depressão do sistema nervoso central, inquietação, ansiedade, medo, tensão, insônia, tremores, convulsões, fraqueza, vertigens, tonturas, cefaléia, rubor, palidez, dificuldades respiratórias, sudorese, náuseas e vômitos, anorexia, câimbras, poliúria, disúria, espasmo do esfíncter vesical, retenção urinária. Efeitos cardiovasculares associados com simpaticominéticos incluem hipertensão, palpitações, taquicardia, arritmias, dor anginosa, desconforto precordial e colapso cardiovascular.

Como Usar (Posologia)

Adultos e crianças maiores de 12 anos: um comprimido de quatro em quatro horas, não excedendo a 4 comprimidos por dia.

Contra-Indicações de Coristina R

CORISTINA* R é contra-indicada em recém-nascidos e prematuros; em pacientes com glaucoma de ângulo agudo, retenção urinária, em pacientes com hipertensão grave, doença coronariana grave ou hipertireoidismo, e naqueles que demonstraram hipersensibilidade ou idiossincrasia a um de seus componentes, a agentes adrenérgicos ou a outros fármacos de estrutura química similar. CORISTINA* R não deve ser administrada para pacientes em tratamento com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou nos 14 dias após a descontinuação desse tratamento.

Precauções

CORISTINA* R deverá ser usada com cautela em pacientes com asma, úlcera péptica estenosante, obstrução piloroduodenal, hipertrofia prostática ou obstrução do colo vesical, doença cardiovascular, naqueles com aumento da pressão intra-ocular, diabetes mellitus ou anormalidades da coagulação.

Os pacientes deverão ser alertados quanto a exercerem atividades que necessitem de estado de alerta mental, como dirigir automóveis, operar maquinárias etc.

Os anti-histamínicos podem causar vertigens, sedação e hipotensão em pacientes com mais de 60 anos de idade. Esses pacientes são mais propensos a apresentar reações adversas aos simpaticomiméticos.

A segurança e eficácia do uso de CORISTINA* R em crianças menores de 6 anos de idade ainda não foi determinada. CORISTINA* R pode causar excitabilidade, principalmente em crianças.

Usar com cautela em pacientes que estejam tomando anticoagulantes ou nos que estejam recebendo tratamento para diabetes mellitus, gota ou artrite.

Interromper o uso em caso de tontura, zumbidos nos ouvidos ou diminuição da audição.

A ingestão de 1 grama ou mais de cafeína pode dar origem a distúrbios neurológicos ou cardiovasculares.

Uso durante a gravidez e a lactação
A segurança do uso de CORISTINA* R durante a gestação ainda não foi determinada. Não se sabe se os componentes de CORISTINA* R são excretados no leite humano; no entanto, sabe-se que os salicilatos o são. Portanto deve-se ter cautela quando CORISTINA* R for administrada a mulheres lactantes.

Modo de Uso (Posologia) de Coristina R

Adultos e crianças maiores de 12 anos: um comprimido de quatro em quatro horas, não excedendo a 4 comprimidos por dia.

Forma Farmacêutica / Apresentação

Cápsulas para uso oral.

Informação Técnica

CORISTINA* R é uma associação medicamentosa que reúne a ação analgésica, antitérmica, anti-histamínica e vasoconstritora dos seus componentes salicilamida, maleato de dexclorfeniramina e cloridrato de fenilefrina. A cafeína tem por finalidade compensar a sonolência que pode ocorrer com o componente anti-histamínico.

Informação ao Paciente

CORISTINA* R é uma associação medicamentosa que reúne a ação analgésica, antitérmica, anti-histamínica e vasoconstritora dos seus componentes salicilamida, maleato de dexclorfeniramina e cloridrato de fenilefrina.

CORISTINA* R deve ser armazenada em temperatura entre 2º e 30ºC. Protegido da luz e umidade..

O prazo de validade do produto é de 24 meses e encontra-se gravado na embalagem externa. Em caso de vencimento inutilize o produto.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não exceda a dose recomendada.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como sonolência, urticária, erupções cutâneas, sudorese, calafrios, secura da boca, nariz e garganta, ansiedade, dor de cabeça, tonturas, palpitações, náuseas ou vômitos, taquicardia.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

CORISTINA* R não deve ser usada concomitantemente com álcool.

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

CORISTINA* R não deve ser administrada para pacientes em tratamento com inibidores da monoaminoxidase (MAO) ou nos 14 dias após a descontinuação desse tratamento.

A segurança do uso de CORISTINA* R durante a gravidez ainda não foi estabelecida.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Interação Medicamentosa

Os inibidores da monoaminoxidase prolongam e intensificam os efeitos dos anti-histamínicos, podendo ocorrer hipotensão grave. O uso concomitante de anti-histamínicos com álcool, antidepressivos tricíclicos, barbitúricos e outros depressores do sistema nervoso central pode potencializar os efeitos sedativos da dexclorfeniramina. A ação dos anticoagulantes orais pode ser inibida pelos anti-histamínicos.

Fármacos contendo fenilefrina não deverão ser administrados a pacientes fazendo uso de inibidores da MAO ou até 14 dias após a descontinuação do tratamento. A fenilefrina não deverá ser usada com agentes bloqueadores adrenérgicos. Um aumento de atividade do marca-passo ectópico cardíaco pode ocorrer quando a fenilefrina for usada concomitantemente com digitálicos. Os antiácidos aumentam a absorção da fenilefrina; o caolin a diminui.

Superdosagem

Em caso de superdose, o tratamento de emergência deverá ser iniciado imediatamente.

Os efeitos da superdose com anti-histamínicos podem variar de depressão do sistema nervoso central (sedação, apnéia, diminuição do estado de alerta mental, colapso cardiovascular), à estimulação (insônia, alucinações, tremores ou convulsões), e até ao óbito.

Os sinais de superdose incluem: zumbidos, ataxia, visão turva e hipotensão, tonturas, cefaléia, náuseas, vômitos, sudorese, sede, taquicardia, dor precordial, palpitações, dificuldade miccional, fraqueza muscular, tensão, ansiedade, agitação e insônia, psicose tóxica com alucinações e delírios. Alguns pacientes podem desenvolver arritmias cardíacas, colapso circulatório, convulsões, coma e falência respiratória.

A estimulação ocorre principalmente em crianças, assim como sinais e sintomas do tipo atropínico (boca seca, pupilas dilatadas e fixas, rubor, hipertermia e sintomas gastrintestinais).

Tratamento – Os pacientes deverão ser induzidos ao vômito, mesmo que a êmese tenha ocorrido espontaneamente. A indução farmacológica dos vômitos pela administração de xarope de ipeca é o método preferido. Entretanto, os vômitos não deverão ser induzidos em pacientes com alteração da consciência. A ação da ipeca é facilitada pela atividade física e pela administração de 240 ml a 360 ml de água. Se a êmese não ocorrer dentro de 15 minutos, a dose de ipeca deverá ser repetida. Deverão ser tomadas precauções contra a aspiração, especialmente em crianças e lactentes. Após a êmese, a quantidade de fármaco remanescente no estômago poderá ser absorvida pela administração de pasta de carvão ativado diluída em água. Caso não ocorram os vômitos, ou estes estejam contra-indicados, deverá ser realizada a lavagem gástrica. Soluções salinas isotônicas ou meio isotônicas são as soluções de escolha. Catárticos salinos atraem água para o intestino por osmose e, portanto, podem ser úteis por sua ação de rápida diluição do conteúdo intestinal. A diálise é de pouca ajuda na intoxicação por anti-histamínicos. Após o tratamento de emergência, o paciente deverá continuar sendo monitorizado clinicamente.

O tratamento dos sinais e sintomas de superdose é sintomático e de apoio. Estimulantes (agentes analépticos) não deverão ser usados. Vasopressores poderão ser usados para tratar a hipotensão. Barbitúricos de ação curta, benzodiazepínicos ou paraldeído poderão ser administrados para controlar as convulsões. Hipertermia, especialmente em crianças, poderá necessitar de tratamento com banhos de água morna ou um cobertor hipotérmico. A apnéia é tratada com medidas ventilatórias.

O tratamento adicional para intoxicação com salicilatos é de suporte: manter a hidratação, o equilíbrio hidro-eletrolítico e reduzir a hipertermia. A excitação grave ou as convulsões podem ser tratadas com barbitúricos. A diurese forçada, através da administração de soluções eletrolíticas apropriadas e da alcalinização da urina com bicarbonato, pode aumentar a excreção renal de salicilatos.

A diálise pode ser benéfica em casos de toxicidade extrema.

Laboratório

Ind. Quím. e Farm. Schering-Plough S.A.

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