Princípio ativo: clorpropamidaClorpropamida

Composição – CLORPROPAMIDA

CADA COMPRIMIDO CONTEM: CLORPROPAMIDA 250 MG; EXCIPIENTE Q.S.P. 1 COMPRIMIDO.

Posologia e Administração – CLORPROPAMIDA

NAO EXISTE UM REGIME POSOLOGICO FIXO PARA O TRATAMENTO DE DIABETES MELLITUS COM CLORPROPAMIDA OU OUTRO AGENTE HIPOGLICEMICO. EM ADICAO A ANALISE USUAL DA GLICOSE URINARIA, O PACIENTE DEVERA TAMBEM TER A GLICOSE SANGUINEA OBSERVADA PERIODICAMENTE PARA DETERMINAR A SUA DOSE MINIMA EFETIVA, PARA DETECTAR FALHA PRIMARIA, ISTO E, RESPOSTA HIPOGLICEMIANTE INADEQUADA A MAXIMA DOSE RECOMENDADA, E FALHA SECUNDARIA, ISTO E, PERDA DA RESPOSTA HIPOGLICEMIANTE ADEQUADA, APOS UM PERIODO INICIAL DE CONTROLE EFETIVO. OS NIVEIS DE HEMOGLOBINA GLICOSILADA PODERAO SER TAMBEM DE VALIA AO SE ANALISAR A RESPOSTA DO PACIENTE AO TRATAMENTO. A ADMINISTRACAO A CURTO PRAZO DE CLORPROPAMIDA PODERA SER EFICAZ DURANTE PERIODOS TRANSITORIOS DE PERDA DE CONTROLE EM PACIENTES GERALMENTE BEM CONTROLADOS COM A DIETA. A DOSE DIARIA E GERALMENTE TOMADA UMA UNICA VEZ AO CAFE DA MANHA. PODERAO OCORRER ALGUNS CASOS DE INTOLERANCIA GASTRINTESTINAL, PODENDO- SE OBTER ALIVIO DIVIDINDO A DOSE DIARIA. UMA DOSE MACICA INICIAL NAO E NECESSARIA E NAO DEVE SER APLICADA. UMA VEZ QUE A CLORPROPAMIDA E INDICADA EM ASSOCIACAO A UMA DIETA PARA REDUZIR A GLICEMIA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS NAO DEPENDENTES DE INSULINA (TIPO II), AO INICIAR O TRATAMENTO DOS MESMOS DEVE-SE ENFATIZAR O USO DA DIETA COMO PRIMEIRA FORMA DE TRATAMENTO. RESTRICAO CALORICA E PERDA DE PESO SAO ESSENCIAIS NO TRATAMENTO DO PACIENTE DIABETICO OBESO. A DIETA ISOLADA PODE SER EFICAZ NO CONTROLE DE GLICEMIA E NOS SINTOMAS DE HIPERGLICEMIA. A IMPORTANCIA DAS ATIVIDADES FISICAS REGULARES DEVE SER TAMBEM ENFATIZADA E OS FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES DEVEM SER OBSERVADOS SE POSSIVEL APLICANDO-SE MEDIDAS CORRETIVAS. O USO DE CLORPROPAMIDA DEVE SER VISTO PELO CLINICO E PELO PACIENTE COMO UM TRATAMENTO DE APOIO A DIETA, E NAO COMO SUBSTITUTO OU COMO MECANISMO CONVENIENTE PARA SE EVITAR RESTRICOES DA DIETA. ALEM DISSO, A PERDA DO CONTROLE GLICEMICO SOB DIETA CONTROLADA PODE SER TRANSITORIA, REQUERENDO AI UMA ADMINISTRACAO A CURTO PRAZO DE CLORPROPAMIDA. DURANTE O TRATAMENTO DE MANUTENCAO, A ADMINISTRACAO DE CLORPROPAMIDA DEVERA SER INTERROMPIDA SE NAO MAIS HOUVER UMA REDUCAO SATISFATORIA DA GLICEMIA, BASEANDO-SE EM AVALIACOES CLINICAS E LABORATORIAIS REGULARES. AO CONSIDERAR O USO DE CLORPROPAMIDA EM PACIENTES ASSINTOMATICOS DEVE-SE OBSERVAR QUE O CONTROLE DA GLICEMIA EM PACIENTES DIABETICOS NAO DEPENDENTES DE INSULINA AINDA NAO FOI DEFINITIVAMENTE ESTABELECIDO COMO EFICAZ NA PREVENCAO DAS COMPLICACOES CARDIOVASCULARES OU NEUROLOGICAS A LONGO PRAZO DO DIABETES. CLORPROPAMIDA TAMBEM PODE SER EFICAZ NO CONTROLE DE CERTOS PACIENTES QUE TENHAM DEMONSTRADO RESPOSTA INADEQUADA OU COMPROVADA FALHA PRIMARIA OU SECUNDARIA A OUTRAS SULFONILUREIAS. PACIENTES QUE NECESSITEM DE DOSES ELEVADAS OU USO FREQUENTE DE OUTROS HIPOGLICEMIANTES ORAIS PODEM TER CONTROLE FACILITADO COM O USO DE CLORPROPAMIDA. SELECAO DE PACIENTES: O PACIENTE MAIS ADEQUADO AO TRATAMENTO E AQUELE COM DIABETES MELLITUS NAO DEPENDENTE DE INSULINA, DO TIPO ESTAVEL E NAO CONTROLAVEL SOMENTE POR DIETA. HISTORIA ANTERIOR DE COMA DIABETICO NAO SE CONTRAPOE NECESSARIAMENTE AO SUCESSO DO CONTROLE TERAPEUTICO COM CLORPROPAMIDA. UM PERIODO DE OBSERVACAO PODE SER INDICADO PARA DETERMINADOS PACIENTES QUE SE ESPERARIA RESPONDESSEM A ESSE TIPO DE MEDICACAO, MAS NOS QUAIS FRACASSARAM AS TENTATIVAS INICIAIS, OU APOS ESTAREM RECEBENDO OUTRAS SULFONILUREIAS, OU EM PACIENTES CUJO CONTROLE DO DIABETES COM TAIS AGENTES NAO TENHA SIDO SATISFATORIO. CLORPROPAMIDA PODE MOSTRAR-SE EFICAZ E PROPORCIONAR UM MELHOR CONTROLE DESTE TIPO DE DIABETES. A AVALIACAO FINAL DA RESPOSTA EM PACIENTES QUALIFICADOS COMO CANDIDATOS AO TRATAMENTO COM CLORPROPAMIDA CONSISTE NUM PERIODO DE OBSERVACAO TERAPEUTICO DE PELO MENOS 7 DIAS. DURANTE ESSE PERIODO A AUSENCIA DE CETONURIA JUNTAMENTE COM UM CONTROLE SATISFATORIO INDICAM QUE O PACIENTE E RESPONSIVO E CAPAZ DE SER CONTROLADO COM A DROGA. ENTRETANTO, O DESENVOLVIMENTO DE CETONURIA DENTRO DO PERIODO DE 24 HORAS APOS A RETIRADA DA INSULINA EM GERAL INDICA UMA RESPOSTA DEFICIENTE. O PACIENTE SERA CONSIDERADO NAO RESPONSIVO CASO NAO APRESENTE REDUCAO SATISFATORIA DA GLICEMIA OU DEIXE DE OBTER UMA MELHORA CLINICA OBJETIVA OU SUBJETIVA, OU CASO APRESENTE CETONURIA OU GLICOSURIA. A INSULINA E INDICADA NO TRATAMENTO DESTES PACIENTES. TRATAMENTO INICIAL: O PACIENTE DIABETICO ESTAVEL DE MEIA-IDADE, COM DIABETES DE GRAU LEVE A MODERADAMENTE SEVERO, DEVE INICIAR COM A DOSE DIARIA DE 250 MG (UM COMPRIMIDO). DEVIDO AO FATO DO PACIENTE DIABETICO GERIATRICO PARECER SER MAIS AO EFEITO HIPOGLICEMICO DAS SULFONILUREIAS, SEU TRATAMENTO DEVE SER INICIADO COM DOSES MENORES DE CLORPROPAMIDA: 125 MG DIARIOS. NAO E NECESSARIO UM PERIODO DE TRANSICAO AO TRANSFERIR PACIENTES EM USO DE OUTROS HIPOGLICEMIANTES ORAIS PARA CLORPROPAMIDA. O MEDICAMENTO ANTERIOR PODE SER DESCONTINUADO EM QUALQUER OCASIAO E A CLORPROPAMIDA INICIADA IMEDIATAMENTE. AO PRESCREVER A CLORPROPAMIDA DEVERA SER DADA A DEVIDA CONSIDERACAO A SUA MAIOR POTENCIA. A GRANDE MAIORIA DOS PACIENTES DE MEIA-IDADE COM DIABETES ESTAVEL, LEVE OU MODERADAMENTE SEVERO, EM TRATAMENTO COM INSULINA, PODE PASSAR A USAR DIRETAMENTE A DROGA ORAL, COM DESCONTINUACAO IMEDIATA DA INSULINA. NOS PACIENTES QUE NECESSITAM DE MAIS DE 40 UNIDADES DIARIAS DE INSULINA, CLORPROPAMIDA PODE SER INICIADO COM UMA REDUCAO DE 50% DE INSULINA DURANTE OS PRIMEIROS DIAS, COM REDUCOES SUBSEQUENTES DEPENDENDO DA RESPOSTA. DURANTE O PERIODO DE RETIRADA DA INSULINA O PACIENTE DEVE SER SUBMETIDO A EXAMES DE URINA PARA DETECCAO DE GLICOSE E CORPOS CETONICOS, PELO MENOS TRES VEZES AO DIA. EM ALGUNS CASOS E ACONSELHAVEL CONSIDERAR A HOSPITALIZACAO DURANTE O PERIODO DE TRANSICAO. CINCO A SETE DIAS APOS O INICIO DO TRATAMENTO, O NIVEL SERICO DE CLORPROPAMIDA ATINGE UM PLATO. A DOSAGEM PODE SER SUBSEQUENTEMENTE AJUSTADA PARA AUMENTO OU REDUCAO, SENDO QUE OS AUMENTOS NAO DEVERAO SER SUPERIORES A 50-125 MG EM INTERVALOS DE TRES A CINCO DIAS PARA OBTENCAO DO CONTROLE IDEAL. AJUSTES MAIS FREQUENTES EM GERAL NAO SAO ACONSELHAVEIS. – TERAPIA DE MANUTENCAO: A MAIORIA DOS PACIENTES DE MEIA-IDADE COM DIABETES ESTAVEL MODERADAMENTE SEVERO E CONTROLADA COM APROXIMADAMENTE 250 MG DIARIOS (UM COMPRIMIDO). VARIOS INVESTIGADORES CONSTATARAM QUE ALGUNS PACIENTES COM DIABETES DE MENOR INTENSIDADE SAO BEM CONTROLADOS COM DOSES DIARIAS DE 125 MG (½ COMPRIMIDO) OU MENOS. MUITOS DOS PACIENTES DIABETICOS MAIS GRAVES PODEM REQUERER 500 MG DIARIOS (2 COMPRIMIDOS) PARA UM CONTROLE ADEQUADO. OS PACIENTES QUE NAO RESPONDEM ADEQUADAMENTE A DOSE DE 500 MG DIARIOS GERALMENTE NAO RESPONDERAO A DOSES MAIS ELEVADAS. DOSES DE MANUTENCAO SUPERIORES A 750 MG DIARIOS (TRES COMPRIMIDOS) DEVEM SER EVITADAS. PARA PACIENTES IDOSOS, DEBILITADOS OU DESNUTRIDOS, E PARA PACIENTES COM DISTURBIOS RENAIS OU HEPATICOS, A DOSE INICIAL E DE MANUTENCAO DEVERA SER CAUTELOSA PARA EVITAR REACOES HIPOGLICEMICAS. CLORPROPAMIDA EM PACIENTES COM DIABETES INSIPIDUS: ALGUNS ESTUDOS ATE ESTA DATA DEMONSTRARAM QUE A CLORPROPAMIDA TAMBEM E UTIL NO TRATAMENTO DO DIABETES INSIPIDUS IDIOPATICO. AO USAR A CLORPROPAMIDA COM ESTA FINALIDADE, O MEDICO DEVE MANTER-SE PERMANENTEMENTE CONSCIENTE DA POSSIVEL OCORRENCIA DE REACOES HIPOGLICEMICAS NESTES PACIENTES, PARTICULARMENTE QUANDO DOENCAS SUBJACENTES OU OUTRAS CAUSAS NAO RELACIONADAS IMPLICAREM NA REDUCAO DA INGESTAO DE ALIMENTOS. EM TAIS CASOS A CLORPROPAMIDA DEVE SER TEMPORARIAMENTE DESCONTINUADA E O TRATAMENTO SUBSTITUIDO PELO HORMONIO ANTIDIURETICO. NO TRATAMENTO DE DIABETES INSIPIDUS A DOSE NORMALMENTE UTILIZADA E DE 125 A 500 MG DIARIOS. DEVIDO AO RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE HIPOGLICEMIA NESTES PACIENTES, E ACONSELHAVEL INICIAR O TRATAMENTO COM A DOSE MAIS BAIXA; AJUSTANDO-A GRADATIVAMENTE CONFORME NECESSARIO. OS PACIENTES SOB TRATAMENTO DEVEM SER ORIENTADOS QUANTO A POSSIBILIDADE DE REACOES HIPOGLICEMICAS E TRATAMENTO, ESPECIALMENTE DURANTE INFECCOES INTERCORRENTES OU OUTROS PERIODOS DE REDUCAO DE INGESTAO DE ALIMENTOS. EM TAIS CIRCUNSTANCIAS A TERAPIA COM CLORPROPAMIDA DEVE SER IMEDIATAMENTE DESCONTINUADA E O MEDICO COMUNICADO. QUANDO OS MEDICOS ESTIVEREM CONSIDERANDO O USO DIARIO DE CLORPROPAMIDA NO TRATAMENTO DO DIABETES INSIPIDUS, E ESSENCIAL QUE LEIAM INTEGRALMENTE ESTE TEXTO, ESPECIALMENTE OS PARAGRAFOS RELACIONADOS AS PRECAUCOES E REACOES ADVERSAS. CONDUTA NA SUPERDOSAGEM: A SUPERDOSAGEM DE SULFONILUREIAS, INCLUINDO CLORPROPAMIDA, PODE CAUSAR HIPOGLICEMIA. SINTOMAS HIPOGLICEMICOS LEVES, SEM PERDA DE CONSCIENCIA OU REACOES NEUROLOGICAS DEVERAO SER TRATADOS IMEDIATAMENTE COM GLICOSE VIA ORAL E AJUSTE NA DOSE DA DROGA E/OU NO PADRAO DE ALIMENTACAO. CUIDADOSA OBSERVACAO MEDICA DEVERA SER FEITA ATE QUE SE ASSEGURE QUE O PACIENTE ESTEJA FORA DE PERIGO. REACOES HIPOGLICEMICAS GRAVES, COMO CONVULSOES, COMA OU OUTROS DISTURBIOS NEUROLOGICOS OCORREM INFREQUENTEMENTE E DEVEM SER CONSIDERADAS COMO EMERGENCIAS MEDICAS REQUERENDO HOSPITALIZACAO IMEDIATA. SE HOUVER SUSPEITA OU SE FOR DIAGNOSTICADO COMA HIPOGLICEMICO, O PACIENTE DEVE RECEBER UMA RAPIDA INJECAO INTRAVENOSA DE SOLUCAO GLICOSADA CONCENTRADA (50%). ESTE PROCEDIMENTO DEVE SER SEGUIDO POR UMA INFUSAO CONTINUA DE SOLUCAO GLICOSADA MAIS DILUIDA (10%), EM UMA VELOCIDADE DE INFUSAO QUE MANTENHA NIVEIS DE GLICEMIA ACIMA DE 100 MG/DL. ESSES PACIENTES DEVEM SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADOS POR UM PERIODO MINIMO DE 24 A 48 HORAS, UMA VEZ QUE A HIPOGLICEMIA PODE OCORRER APOS APARENTE MELHORA CLINICA.

Precauções – CLORPROPAMIDA

GERAIS: HIPOGLICEMIA: TODAS AS SULFONILUREIAS SAO CAPAZES DE PRODUZIR HIPOGLICEMIA SEVERA. SELECAO DE PACIENTES, POSOLOGIA E ADMINISTRACAO ADEQUADAS SAO IMPORTANTES PARA EVITAR CASOS DE HIPOGLICEMIA. INSUFICIENCIA RENAL OU HEPATICA PODE CAUSAR NIVEIS SANGUINEOS ELEVADOS DE CLORPROPAMIDA, O QUE PODE LEVAR A UMA DIMINUICAO DA CAPACIDADE DE GLICONEOGENESE, PODENDO AUMENTAR TAMBEM O RISCO DE SERIAS REACOES HIPOGLICEMICAS. PACIENTES IDOSOS, DEBILITADOS OU DESNUTRIDOS, E AQUELES COM INSUFICIENCIA SUPRA- RENAL OU PITUITARIA, SAO PARTICULARMENTE SUSCETIVEIS A ACAO HIPOGLICEMICA DAS DROGAS REDUTORAS DE GLICOSE. A HIPOGLICEMIA PODE SER DIFICIL DE SER RECONHECIDA EM IDOSOS E EM PESSOAS SOB DROGAS BLOQUEADORAS BETA-ADRENERGICAS. A HIPOGLICEMIA COMUMENTE OCORRE QUANDO DA DEFICIENCIA DE INGESTAO CALORICA, APOS EXERCICIOS INTENSOS E PROLONGADOS, DURANTE INGESTAO ALCOOLICA OU QUANDO FOR ADMINISTRADA MAIS DE UMA DROGA REDUTORA DE GLICOSE. DEVIDO A LONGA MEIA-VIDA DA CLORPROPAMIDA, PACIENTES QUE SE TORNAM HIPOGLICEMICOS DURANTE O TRATAMENTO COM CLORPROPAMIDA PRECISAM DE UMA CUIDADOSA SUPERVISAO DA POSOLOGIA EM INTERVALOS CURTOS DE ALIMENTACAO NO MINIMO POR 3 A 5 DIAS. HOSPITALIZACAO E GLICOSE INTRAVENOSA PODEM SER NECESSARIAS. PERDA DO CONTROLE DA GLICEMIA: QUANDO UM PACIENTE DIABETICO ESTABILIZADO SOB QUALQUER TRATAMENTO EXPUSER-SE A CONDICOES, TAIS COMO: FEBRE, TRAUMA, INFECCAO OU CIRURGIA, PODERA HAVER PERDA DO CONTROLE DA GLICEMIA. EM TAIS CASOS SERA NECESSARIO INTERROMPER O USO DE CLORPROPAMIDA E ADMINISTRAR INSULINA. COM O PASSAR DO TEMPO A EFICACIA DE QUALQUER HIPOGLICEMIANTE ORAL DIMINUI, INCLUSIVE DE CLORPROPAMIDA, O QUE PODE SER DEVIDO A PROGRESSAO DA DOENCA OU DIMINUICAO DE RESPOSTA A DROGA. ESSE FENOMENO E CONSIDERADO COMO FALHA SECUNDARIA PARA DISTINGUI-LO DA FALHA PRIMARIA NA QUAL A DROGA E INEFICAZ NUM PACIENTE INDIVIDUAL QUANDO A MESMA E ADMINISTRADA PELA PRIMEIRA VEZ. O PACIENTE DEVE SER INFORMADO DOS POTENCIAIS RISCOS E VANTAGENS DE CLORPROPAMIDA E TRATAMENTOS ALTERNATIVOS. DEVE SER TAMBEM ORIENTADO SOBRE A IMPORTANCIA DA DIETA, DOS EXERCICIOS REGULARES E DOS EXAMES DE DOSAGEM DE ACUCAR NO SANGUE E URINA. O RISCO DE HIPOGLICEMIA, SEUS SINTOMAS E TRATAMENTO, E CONDICOES QUE PREDISPOEM AO SEU DESENVOLVIMENTO, DEVEM SER EXPLICADOS AO PACIENTE E RESPONSAVEIS FAMILIARES. AS FALHAS PRIMARIA E SECUNDARIA DEVEM TAMBEM SER INFORMADAS. O PACIENTE DEVE SER INSTRUIDO A PROCURAR IMEDIATAMENTE SEU MEDICO SE HOUVER QUAISQUER SINTOMAS DE HIPOGLICEMIA OU OUTRAS REACOES ADVERSAS. EXAMES DE ACUCAR NO SANGUE E URINA DEVEM SER FEITOS PERIODICAMENTE. A DOSAGEM DE HEMOGLOBINA GLICOSILADA PODE SER UTIL. CARCINOGENESE, MUTAGENESE, DISTURBIOS DE FERTILIDADE: ESTUDOS DE TOXICIDADE CRONICA FORAM REALIZADOS EM CAES E RATOS. OS CAES FORAM TRATADOS POR SEIS, TREZE E VINTE MESES COM DOSES DE CLORPROPAMIDA VINTE VEZES MAIORES DO QUE PARA HUMANOS, NAO TENDO APRESENTADO GRANDES ALTERACOES HISTOLOGICAS OU PATOLOGICAS. APOS O TRATAMENTO COM 100 MG/KG DE CLORPROPAMIDA, POR VINTE MESES, UM CAO APRESENTOU ALTERACOES HISTOPATOLOGICAS HEPATICAS. OS RATOS, TRATADOS CONTINUAMENTE POR SEIS MESES A DOZE MESES, APRESENTARAM VARIOS GRAUS DE INIBICAO DE ESPERMATOGENESE, EM ALTAS DOSES (ATE 125 MG/KG). O GRAU DE INIBICAO PARECEU OCORRER LOGO APOS O RETARDO NO CRESCIMENTO EM RATOS, QUANDO SE ADMINISTRARAM DOSES ALTAS DE CLORPROPAMIDA EM RATOS POR TEMPO PROLONGADO. USO NA GRAVIDEZ: EFEITOS TERATOGENICOS: CLORPROPAMIDA NAO FOI UTILIZADO EM ESTUDOS DE REPRODUCAO ANIMAL. TAMBEM NAO SE SABE SE PODE CAUSAR DISTURBIO FETAL QUANDO ADMINISTRADO NA GRAVIDEZ, OU SE PODE AFETAR A CAPACIDADE DE REPRODUCAO. CLORPROPAMIDA SO DEVE SER ADMINISTRADO DURANTE A GESTACAO SE FOR REALMENTE NECESSARIO. UMA VEZ QUE INFORMACOES RECENTES SUGEREM QUE OS NIVEIS DE ALTERACAO DE ACUCAR NO SANGUE DURANTE A GRAVIDEZ ESTAO ASSOCIADOS COM UMA MAIOR INCIDENCIA DE IRREGULARIDADES CONGENITAS, MUITOS ESPECIALISTAS RECOMENDAM O USO DA INSULINA DURANTE A GRAVIDEZ PARA MANTER OS NIVEIS GLICEMICOS TAO PROXIMOS DO NORMAL QUANTO POSSIVEL. EFEITOS NAO TERATOGENICOS: HIPOGLICEMIA SEVERA PROLONGADA (4 A 10 DIAS) TEM SIDO RELATADA EM RECEM-NASCIDOS DE MAES QUE RECEBERAM SULFONILUREIAS NA EPOCA DO PARTO. ISTO TEM SIDO MAIS FREQUENTEMENTE RELATADO COM O USO DE AGENTES COM MEIAS-VIDAS PROLONGADAS. SE CLORPROPAMIDA FOR USADO NA GRAVIDEZ, O MESMO DEVERA SER DESCONTINUADO PELO MENOS UM MES ANTES DA DATA ESPERADA DO PARTO. USO EM LACTANTES: UMA ANALISE DA COMPOSICAO DE DUAS AMOSTRAS DE LEITE MATERNO, TIRADAS CINCO HORAS APOS A INGESTAO DE 500 MG DE CLORPROPAMIDA POR UMA PACIENTE, REVELOU UMA CONCENTRACAO DE 5 MCG/ML. PARA REFERENCIA, O PICO SANGUINEO APOS A INGESTAO DE UMA UNICA DOSE DE 250 MG DE CLORPROPAMIDA E DE 30 MCG/ML. PORTANTO, NAO SE RECOMENDA QUE A MULHER AMAMENTE ENQUANTO ESTIVER TOMANDO A MEDICACAO. – INTERACOES MEDICAMENTOSAS: A ACAO HIPOGLICEMICA DA SULFONILUREIA PODE SER POTENCIALIZADA POR CERTAS DROGAS, INCLUINDO OS AGENTES ANTIINFLAMATORIOS NAO ESTEROIDES E OUTRAS SUBSTANCIAS COM ALTA ACAO PROTEICA, SALICILATOS, SULFONAMIDAS, CLORANFENICOL, PROBENECIDA, CUMARINICOS INIBIDORES DA MONOAMINA OXIDASE, AGENTES BLOQUEADORES BETA-ADRENERGICOS. QUANDO TAIS DROGAS SAO ADMINISTRADAS A UM PACIENTE SOB CLORPROPAMIDA, O MESMO DEVERA SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADO QUANTO A HIPOGLICEMIA. QUANDO TAIS DROGAS FOREM SUSPENSAS, O PACIENTE DEVE SER TAMBEM CUIDADOSAMENTE OBSERVADO QUANTO A PERDA DE CONTROLE. ALGUNS MEDICAMENTOS TENDEM A PRODUZIR HIPERGLICEMIA LEVANDO A PERDA DE CONTROLE. ESSAS DROGAS INCLUEM AS TIAZIDAS E OUTROS DIURETICOS, CORTICOSTEROIDES, FENOTIAZIDAS E AGENTES DERIVADOS DA TIROIDE, ESTROGENIOS, CONTRACEPTIVOS ORAIS, FENITOINA, ACIDO NICOTINICO, SIMPATOMIMETICOS, ANTAGONISTAS DO CALCIO E ISONIAZIDA. QUANDO TAIS SUBSTANCIAS SAO ADMINISTRADAS A PACIENTE RECEBENDO CLORPROPAMIDA, O MESMO DEVERA SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADO QUANTO A PERDA DE CONTROLE. QUANDO ESSAS SUBSTANCIAS FOREM DESCONTINUADAS, O PACIENTE DEVERA SER TAMBEM CUIDADOSAMENTE OBSERVADO QUANTO A HIPOGLICEMIA.

Reações Adversas – CLORPROPAMIDA

A MAIORIA DAS REACOES ADVERSAS ESTA ASSOCIADA A DOSE, E TRANSITORIA E RESPONDE BEM A REDUCAO DA DOSE OU A RETIRADA DO MEDICAMENTO. ENTRETANTO, A EXPERIENCIA CLINICA TEM ATE ENTAO DEMONSTRADO QUE, ASSIM COMO OCORRE COM OUTRAS SULFONILUREIAS, ALGUMAS REACOES ADVERSAS ASSOCIADAS A HIPERSENSIBILIDADE PODEM SER GRAVES, SENDO QUE ALGUMAS FATALIDADES FORAM RELATADAS. HIPOGLICEMIA: VIDE “PRECAUCOES” E “SUPERDOSAGEM”. REACOES GASTRINTESTINAIS: ICTERICIA COLESTATICA RARAMENTE PODE OCORRER. CASO OCORRA, CLORPROPAMIDA DEVERA SER DESCONTINUADO. AS REACOES MAIS COMUNS SAO OS DISTURBIOS GASTRINTESTINAIS; MENOS DE 5% DOS PACIENTES TEM REPORTADO NAUSEA E MENOS DE 2% DIARREIA, VOMITO, ANOREXIA, AUMENTO DO APETITE. OUTROS DISTURBIOS GASTRINTESTINAIS TEM OCORRIDO EM MENOS DE 1% DOS PACIENTES. ESSES DISTURBIOS TENDEM A ESTAR ASSOCIADOS A DOSE E PODEM DESAPARECER COM A REDUCAO DA MESMA. REACOES DERMATOLOGICAS: PRURIDO TEM SIDO REPORTADO EM MENOS DE 3% DOS PACIENTES. OUTRAS REACOES DERMATOLOGICAS ALERGICAS, TAIS COMO, URTICARIA E ERUPCOES MACULOPAPULARES FORAM RELATADAS EM APROXIMADAMENTE 1% OU MENOS DOS PACIENTES. ESSAS REACOES PODEM SER TRANSITORIAS E DESAPARECEM MESMO QUE CLORPROPAMIDA CONTINUE SENDO USADO; SE AS REACOES DERMATOLOGICAS PERSISTIREM A MEDICACAO DEVERA SER INTERROMPIDA. PORFIRIA CUTANEA TARDIA E REACOES DE FOTOSSENSIBILIDADE FORAM REPORTADAS COM O USO DE SULFONILUREIAS. ERUPCOES CUTANEAS QUE PROGRIDEM PARA ERITEMA MULTIFORME E DERMATITE ESFOLIATIVA TAMBEM FORAM RELATADAS. REACOES HEMATOLOGICAS: LEUCOPENIA, AGRANULOCITOSE, TROMBOCITOPENIA, ANEMIA HEMOLITICA, ANEMIA APLASTICA E PANCITOPENIA FORAM REPORTADAS DEVIDO AS SULFONILUREIAS. REACOES METABOLICAS: PORFIRIA HEPATICA E REACOES TIPO DISSULFIRAM TEM SIDO RARAMENTE REPORTADAS COM O USO DE CLORPROPAMIDA. REACOES ENDOCRINAS: EM RARAS OCASIOES CLORPROPAMIDA CAUSOU REACAO IDENTICA A DA SINDROME DA SECRECAO INAPROPRIADA DO HORMONIO ANTIDIURETICO. AS CARACTERISTICAS DESSA SINDROME RESULTAM DA EXCESSIVA RETENCAO DE AGUA E INCLUEM HIPONATREMIA, BAIXA OSMOLALIDADE SERICA E ALTA OSMOLALIDADE URINARIA. ESSA REACAO TAMBEM TEM SIDO REPORTADA COM OUTRAS SULFONILUREIAS.

Contra-indicações – CLORPROPAMIDA

O PRODUTO E CONTRA- INDICADO PARA PACIENTES PORTADORES DE CONHECIDA HIPERSENSIBILIDADE A DROGA; CETOACIDOSE DIABETICA COM OU SEM COMA; DIABETES MELLITUS INSULINO-DEPENDENTES (JUVENIL).

Indicações – CLORPROPAMIDA

O PRODUTO ESTA INDICADO PARA USO EM ASSOCIACAO COM UMA DIETA PARA REDUZIR A GLICEMIA EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS NAO DEPENDENTES DE INSULINA (DIABETES TIPO II), ANTERIORMENTE CONHECIDO COMO DIABETES TIPO ADULTO, CUJA HIPERGLICEMIA NAO PODE SER CONTROLADA COM O USO ISOLADO DA DIETA.

Apresentação – CLORPROPAMIDA

CAIXA COM 30, 100 E 500 COMPRIMIDOS.

LABORATÓRIO

Billi Farmacêutica Ltda

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