Princípio ativo: cloranfenicol

Antibióticos – Receituário simples em duas vias

Cloranfenicol

Composição – CLORANFENICOL

cada comprimido revestido de 250 mg contém:cloranfenicol 250 mg; excipientes: povidone, celulose microcristalina, dióxido de titânio, talco, polímero metacrilato, corante. Cada comprimido revestido de 500 mg contém: cloranfenicol 500 mg; excipientes: povidone, celulose microcristalina, dióxido de titânio, talco, polímero metacrilato, corante. Cada frasco- ampola contém: hemissuccinato sódico de cloranfenicol 1,0 g. Cada ml de solução oftálmica contém: cloranfenicol 4 mg; excipientes: borato de sódio, ácido bórico, timerosal, propilenoglicol e água destilada.

Posologia e Administração – CLORANFENICOL

usualmente recomenda- se a administração de Cloranfenicol por via oral. Quando a via oral for impraticável, deve-se administrar a forma injetável, por via endovenosa, mas tão logo seja possível substituir pela via oral. A via intramuscular não é recomendada, pois ainda há controvérsias quanto à eficácia da absorção. Para evitar recidivas, no caso de infecções provocadas por rickéttsias deve-se continuar o tratamento por 4 dias após a temperatura voltar ao normal e para a febre tifóide por 8 a 10 dias. A injeção endovenosa deve ser administrada lentamente por um período superior a 1 minuto. A diluição da forma injetável deve ser feita em 5 ml de água estéril para injeção. A dose usual recomendada, por via oral ou endovenosa é de 50 mg/kg peso corpóreo, diariamente, fracionadas em 4 vezes (de 6 em 6 horas), para adultos ou crianças; 100 mg/kg/peso corpóreo, diariamente, fracionadas em 4 vezes (de 6 em 6 horas), no caso de meningite e infecções severas devido a organismos resistentes, embora altas doses devam ser reduzidas assim que possível. Infecções oculares agudas: no primeiro dia instilar 2 a 3 gotas no(s) olho(s) afetado(s) de 10 em 10 minutos na primeira hora; depois 2 gotas a cada 30 minutos durante 2 horas; nas cinco horas seguintes 2 gotas de hora em hora. A seguir, 2 gotas de 2 em 2 horas, prolongado o uso até 48 horas após a conjuntiva haver retomado o aspecto normal, para evitar recidivas. Geralmente o tratamento dura de 4 a 7 dias, sendo interrompido durante a noite. Em infecções oculares crônicas ou outras manifestações gerais, as doses maiores para qualquer apresentação devem ser administradas de acordo com a gravidade do caso e sob orientação médica.

Precauções – CLORANFENICOL

o produto pode provocar discrasias sanguíneas, portanto recomenda- se durante o tratamento prolongado (superior a 10 dias) o controle periódico de hemograma. Se após o término do tratamento estabelecido pelo médico, sobrar solução oftálmica (colírio) no frasco, recomenda-se que mesmo estando dentro do prazo de validade, a mesma seja descartada; o armazenamento por longo tempo, após a sua abertura compromete seriamente a eficácia do produto podendo até causar reações desagradáveis. O uso em pacientes idosos (acima de 65 anos) deve ser restrito à prescrição médica. – Interações medicamentosas: o Cloranfenicol pode inibir as enzimas hepáticas, podendo assim prolongar a meia-vida de medicamentos que são metabolizados por este sistema. Entre estes medicamentos estão o dicumarol, fenitoína, clorpropamida e tolbutamida.

Reações adversas – CLORANFENICOL

o uso de Cloranfenicol pode provocar discrasias sanguíneas (anemias, aplasia da medula óssea, agranulocitose). Manifestações neurotóxicas: cefaléia, confusão mental, neurite ótica ou periférica. Manifestações orogastrentéricas: glossite, estomatite, pirose, naúseas, vômito, diarréia. Manifestações de hipersensibilidade: urticária, erupção macular, vesicular ou ocular.

Contra-Indicações – CLORANFENICOL

não deve ser usado nas infecções banais, devido à possibilidade de reações graves. Nos indivíduos com história de hipersensibilidade ao medicamento. No período de gravidez. No recém- nascido, pelo perigo da síndrome cinzenta. No período de amamentação, devido às possibilidades de efeitos tóxicos sobre o lactante.

Indicações – CLORANFENICOL

infecções anaeróbicas, infecções do trato urinário, infecções oculares, febre tifóide, linfogranuloma venéreo, brucelose, meningite bacteriana e outras infecções provocadas por rickéttsias, Mycoplasma pneumoniae e Yersina pestis.

Apresentação – CLORANFENICOL

caixa com 20 e 100 comprimidos revestidos de 250 mg e 500 mg. Injetável: caixa com 50 frascos- ampola injetáveis. Colírio: caixa com 1 frasco com 8 ml de solução oftálmica estéril.

LABORATÓRIO

NEO QUIMICA

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