Princípio ativo: bissulfato de clopidogrelCLOPINbissulfato de clopidogrel

APRESENTAÇÕES
Comprimidos revestidos 75mg: embalagens com 15 e 30 compri-
midos.

USO ORAL
USO ADULTO
COMPOSIÇÃO

Cada comprimido revestido de Clopin contém:
bissulfato de clopidogrel
(equivalente a 75 mg de clopidogrel base) ……………. 97,875 mg.
Excipientes: manitol, amido, dióxido de silício, talco, óleo vegetal
hidrogenado, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, polis-
sorbato 80 e óxido de ferro vermelho.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE
1. PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Clopin é indicado para a prevenção dos eventos aterotrombóticos,
como por exemplo, infarto agudo do miocárdio (IM) (infarto do
coração), acidente vascular cerebral (AVC) (derrame) e morte
vascular em pacientes adultos que apresentaram IM ou AVC re-
cente ou uma condição conhecida como doença arterial periférica.
Síndrome Coronária Aguda: nos pacientes com Síndrome Coro-
nária Aguda (SCA) [angina instável (tipo severo de dor no peito)
ou IM], incluindo tanto aqueles controlados clinicamente, quanto
os submetidos à Intervenção Coronária Percutânea com ou sem
colocação de stent (prótese nas artérias do coração).

2. COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?
Clopin pertence a um grupo de medicamentos conhecidos como
antiplaquetários. As plaquetas são estruturas muito pequenas do
sangue, menores que as células sanguíneas vermelhas e brancas,
que se agrupam durante a coagulação sanguínea. Prevenindo este
agrupamento, o bissulfato de clopidogrel age no sangue redu-
zindo a chance de formação de trombos (coágulos sanguíneos).
Por isso, esse medicamento é prescrito pelo médico para prevenir
a ocorrência de IM, acidente vascular cerebral isquêmico (derrame)
ou outras doenças decorrentes da obstrução dos vasos sanguíneos.
O uso repetido de Clopin produz inibição substancial na agrega-
ção plaquetária a partir do primeiro dia, aumentando progres siva-
mente até atingir o estado de equilíbrio entre o terceiro e o sétimo
dia de tratamento. Uma vez descontinuado o tratamento, a agre-
gação plaquetária e o tempo de sangramento retornam gradual-
mente aos valores apresentados antes do início do tratamento
dentro de 5 dias, em geral.

3. QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Clopin não deve ser utilizado caso você apresente alergia ou in-
tolerância ao clopidogrel ou a qualquer outro componente do pro-
duto. Também não deve ser utilizado caso você apresente úlcera
péptica (lesão no estômago) ou hemorragia intracraniana (san-
gramento dentro do cérebro).

4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
ADVERTÊNCIAS E PRECAUÇÕES

Distúrbios sanguíneos
Devido ao risco de sangramento e efeitos sanguíneos indesejá-
veis, seu médico deverá ser comunicado sempre que surgirem sin-
tomas clínicos suspeitos (quadros clínicos com sangramento ou
que podem levar a ele) durante o tratamento, para avaliar a ne-
cessidade de ser efetuada a contagem de células sanguíneas e/ou
outros testes apropriados.
Como qualquer outro medicamento com ação antiplaquetária,
clopidogrel deve ser utilizado com cautela em pacientes que se
encontram sob risco aumentado de sangramento decorrente de fe-
rimento, cirurgia (inclusive dentária) ou doenças (como úlcera
péptica ou qualquer outra doença capaz de causar sangramento).
Se o paciente for submetido a uma cirurgia programada e não for
desejável o efeito antiplaquetário, o clopidogrel deve ser descon-
tinuado 5 a 7 dias antes da cirurgia.
O clopidogrel prolonga o tempo de sangramento e deve ser usado
com cautela caso você tenha lesões com propensão a sangrar (par-
ticularmente gastrintestinal e intraocular). Os medicamentos que
podem induzir lesões gastrintestinais (como ácido acetilsalicílico
– AAS e anti-inflamatórios não esteroidais – AINEs) devem ser
usados com cautela se você estiver tomando clopidogrel.
É possível que demore mais que o usual para parar o sangramento
quando você tomar clopidogrel sozinho ou em combinação com
AAS. Você deve relatar qualquer sangramento incomum (local
ou duração) ao médico. Você deve informar aos médicos e den-
tistas que está tomando clopidogrel antes que qualquer cirurgia
seja marcada e antes de tomar qualquer outro medicamento.
Acidente vascular cerebral recente
Em pacientes de alto risco para eventos isquêmicos (quadros ca-
racterizados pela diminuição ou ausência de passagem de sangue
para um órgão) repetidos com ataque isquêmico transitório (qua-
dro específico de isquemia) ou AVC (derrame) recentes, a associ –
ação de AAS e clopidogrel evidenciou aumento de sangramentos
maiores.
Portanto, esta associação deve ser feita com precaução fora de si-
tuações clínicas nas quais os benefícios foram comprovados.
Púrpura Trombocitopênica Trombótica (PTT)
Muito raramente têm sido reportados casos de púrpura trombo-
citopênica trombótica (PTT) após o uso de clopidogrel, algumas
vezes após uma pequena exposição ao medicamento. Isto se ca-
racteriza por trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas)
e anemia hemolítica microangiopática (diminuição do número de
glóbulos vermelhos), podendo estar associada com sintomas no
sistema nervoso, disfunção renal (funcionamento anormal dos
rins) ou febre. A PTT é uma condição potencialmente fatal re-
querendo tratamento imediato, incluindo plasmaferese (troca
plasmática).

Citocromo P450 2C19 (CYP2C19)
Farmacogenética:
baseado em dados da literatura, pacientes com
a função da enzima CYP2C19 (uma enzima do fígado) genetica-
mente reduzida apresentam uma menor resposta antiplaquetária
ao tratamento com clopidogrel e geralmente, apresentam maiores
taxas de eventos no coração ou nos vasos sanguíneos após um IM
do que os pacientes com função da enzima CYP2C19 normal.
Testes para identificar o genótipo CYP2C19 estão disponíveis;
estes testes podem ser usados como uma ajuda na determinação
da estratégia terapêutica. Considerar o uso de doses maiores de
clopidogrel em pacientes que são conhecidamente metaboliza-
dores baixos da CYP2C19 (vide Farmacogenética e Posologia).

Populações Especiais
Pacientes com problemas nos rins:
a experiência com clopido-
grel é limitada em pacientes com insuficiência renal grave (redu-
ção grave da função dos rins). Portanto, clopidogrel deve ser
usado com cautela nestes pacientes.
Pacientes com doença no fígado:a experiência é limitada em
pacientes com doença no fígado grave que possam apresentar diá-
tese hemorrágica (sangramentos causados por uma falha na coa-
gulação ou na estrutura dos vasos sanguíneos). Clopidogrel deve
ser utilizado com cautela nestes pacientes.
Efeitos na capacidade de conduzir/operar máquinas
Não foi observada qualquer alteração na capacidade de condução
ou desempenho psicométrico (avaliação de processos mentais) dos
pacientes após administração de bissulfato de clopidogrel.
Gravidez e amamentação:
bissulfato de clopidogrel não deve
ser usado durante a gravidez a menos que na opinião do seu mé-
dico, seja evidente a sua necessidade.
Categoria de risco na gravidez: B
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grá-
vidas sem orientação médica.
Visto que muitos medicamentos são excretados no leite materno,
e devido ao risco potencial de reações adversas sérias no lactente,
seu médico decidirá entre interromper a amamentação ou des-
continuar o tratamento com Clopin.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Trombolíticos
(medicamentos usados para inibir a coagulação
san guínea): a segurança do uso em associação de clopidogrel,
trombolíticos e heparina foi estudada em pacientes com IM. A
incidência de hemorragias clinicamente significativas foi similar
àquela observada quando foram administrados trombolíticos as-
sociados com heparina e AAS.
Inibidores da glicoproteína IIb/IIIa(medicamentos usados para
inibir a coagulação sanguínea): como há a possibilidade de inte-
ração entre clopidogrel e os inibidores da glicoproteína IIb/IIIa,
a utilização em associação desses dois produtos deve ser feita
com cautela.
Anticoagulantes injetáveis (como por exemplo, a heparina):
como há uma possibilidade de interação entre o clopidogrel e a
heparina, o uso concomitante necessita ser feito com cuidado.
Anticoagulante oral: devido ao risco aumentado de sangramento
o uso em associação de varfarina e clopidogrel necessita ser ava-
liado com cautela.
Ácido acetilsalicílico (AAS): devido a uma possível interação
entre o clopidogrel e o AAS, o uso em associação desses dois pro-
dutos deve ser feito com cautela. Entretanto a associação de clo-
pidogrel e AAS (75 325 mg uma vez ao dia) tem sido feita por
até um ano.
Anti-inflamatórios não esteroidais – AINEs (medicamentos que
tratam as inflamações: o uso de AINEs e clopidogrel em as socia-
ção deve ser feito com cautela.
Outras terapias concomitantes:uma vez que clopidogrel pro-
duz um metabólito ativo através da enzima CYP2C19 (enzima do
fígado), seria esperado que o uso de medicamentos que inibem a
atividade desta enzima resulte na diminuição do nível do meta-
bólito ativo de clopidogrel e na redução de sua eficácia. O uso
concomitante de medicamentos que inibem a enzima CYP2C19
(por exemplo: omeprazol) é desaconselhado.
Outros estudos clínicos foram conduzidos demonstrando o uso
do clopidogrel com outras medicações, de modo a investigar as
possíveis interações. Não foram observadas interações clinica-
mente importantes quando o clopidogrel foi usado em associa-
ção com o atenolol ou com a nifedipina ou ainda o clopidogrel
usado junto com o atenolol e a nifedipina. Além disso, a ativi-
dade do clopidogrel não foi influenciada pela administração em
conjunto com fenobarbital ou estrogênio.
As farmacocinéticas da digoxina ou da teofilina não foram alte-
radas pela administração concomitante de clopidogrel. Os anti-
ácidos não alteraram a absorção do clopidogrel.
Estudos efetuados demonstraram que é improvável que clopido-
grel possa interferir com o metabolismo de medicamentos como
a fenitoína, tolbutamida e AINE que são metabolizados pelo ci-
tocromo P-450 2C9 (enzimas do fígado).
Além dos estudos de interação específicos acima mencionados, os
pacientes admitidos nos estudos clínicos amplos (CAPRIE e
CURE) receberam uma variedade de medicações concomitantes,
incluindo diuréticos (medicamentos que provocam o aumento na
eliminação de urina), betabloqueadores (medicamentos que agem
no sistema cardiovascular), inibidores da enzima de conversão da
angiotensina (ECA) (medicamentos usados no tratamento da
pressão alta), antagonistas do cálcio (medicamentos utilizados no
tratamento de algumas doenças do coração e da pressão alta),
agentes redutores do colesterol, vasodilatadores coronarianos
(medicamentos que causam a dilatação dos vasos do coração),
agentes antidiabéticos (incluindo insulina), agentes antiepléticos
(que tratam a epilepsia), antagonistas GPIIb/IIIa (medicamentos
usados no IM) e terapia de reposição hormonal, sem evidência
de interações adversas clinicamente significativas.

Interação em exames laboratoriais e não laboratoriais
Foram detectados muito raramente alterações nos testes de fun-
ção hepática e aumento da creatinina sanguínea.

Interação com alimentos
Bissulfato de clopidogrel pode ser tomado junto às refeições ou
fora delas.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fa-
zendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
Pode ser perigoso para sua saúde.

5. ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUAR-
DAR ESTE MEDICAMENTO?

Clopin deve ser mantido em temperatura ambiente (entre 15 e
30ºC), proteger da luz e umidade.
Número de lote e datas de fabricação e validade: vide emba-
lagem.
Não use medicamento com o prazo de validade vencido.
Guarde-o em sua embalagem original.
Características do medicamento
Clopin 75 mg: comprimido revestido circular, de cor rosa.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele es-
teja no prazo de validade e você observe alguma mudança no as-
pecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das
crianças.

6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?
Você deve tomar os comprimidos com líquido, por via oral.
Nas situações de IM (Infarto do Miocárdio) e AVC (Acidente Vas-
cular Cerebral) isquêmico recentes ou doença arterial periférica
estabelecida, a dose recomendada de bissulfato de clopidogrel é
de 75 mg em dose única diária.
Síndrome Coronária Aguda:
para pacientes com SCA (angina
instável ou IM), bissulfato de clopidogrel deve ser iniciado com
dose única de ataque de 300 mg e mantido com uma dose única
diária de 75 mg. O AAS (75 a 325 mg em dose única diária) deve
ser iniciado e continuado em combinação com bissulfato de clo-
pidogrel.
Para pacientes com IM a dose recomendada de bissulfato de clo-
pidogrel é de 75 mg em dose única diária, administrada em as socia-
ção com AAS, com ou sem trombolítico (medicamentos uti lizados
para reduzir a coagulação sanguínea). Bissulfato de clopi
dogrel
deve ser iniciado com ou sem uma dose de ataque. Bissulfato de
clopidogrel pode ser administrado com ou sem alimentos.
Não há estudos dos efeitos de bissulfato de clopidogrel adminis-
trado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para
garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser
somente por via oral conforme recomendado pelo médico.
Populações especiais
Farmacogenética:
pacientes que apresentam uma metabolização
baixa da enzima CYP2C19 (enzima localizada no fígado) apre-
sentam uma diminuição da resposta antiplaquetária do clopido-
grel. O modo de usar ideal para estes pacientes ainda não foi
de terminado.
Pacientes idosos:
nenhum ajuste na dosagem se faz necessário
para os pacientes idosos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os ho-
rários, as doses e a duração do tratamento.
Bissulfato de clopidogrel pode ser administrado antes, durante ou
após as refeições.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu mé-
dico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER
DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caso você se esqueça de administrar uma dose, administre-a
assim que possível. No entanto, se estiver próximo do horário da
dose seguinte, espere por este horário, respeitando sempre o in-
tervalo determinado pela posologia. Nunca devem ser adminis-
tradas duas doses ao mesmo tempo.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou
de seu médico, ou cirurgião-dentista.

8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE
ME CAUSAR?

A seguinte taxa de frequência para as reações adversas é utili-
zada, quando aplicável:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que
utilizam este medicamento); reação comum (ocorre entre 1% e
10% dos pacientes que utilizam este medicamento); reação inco-
mum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este
medicamento); reação rara (ocorre entre 0,01% e < 0,1% dos pa-
cientes que utilizam este medicamento); reação muito rara (ocorre
em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medica-
mento).
Sistema Nervoso Central e Periférico:
Incomum: dor de cabeça, tontura, parestesia (sensação de for-
migamento e entorpecimento);
Raro: tontura.
Gastrintestinais (estômago e intestino):
Comum: indigestão, dor abdominal e diarreia;
Incomum: enjôo, gastrite (inflamação no estômago), flatulên-
cia (excesso de gás no estômago ou intestino), prisão de ventre,
vômito, úlcera gástrica (lesão no estômago), úlcera duodenal
(lesão em uma parte do intestino chamada duodeno).
Plaquetas, sangramento e distúrbios da coagulação:
Incomum: aumento do tempo de sangramento, decréscimo do
número de plaquetas (fragmentos de células presentes no sangue,
cuja função é a formação de coágulos).
Pele e anexos:
Incomum: erupção na pele e coceira.
Glóbulos Brancos e Sistema Retículo Endotelial
Incomum: leucopenia (redução do número de glóbulos brancos
no sangue), diminuição de neutrófilos (uma classe de células san-
guíneas brancas) e eosinofilia (situação na qual a percentagem de
eosinófilos, um tipo de célula sanguínea branca, está aumentada).
Reações Adversas após o início da comercialização:
Sangue e sistema linfático:
Muito raro: casos graves de sangramentos principalmente na
pele, sistema músculo esquelético, olhos (conjuntiva, ocular e re-
tina), e sangramento do trato respiratório, sangramento nasal, san-
gue na urina, e hemorragia de ferida operatória, casos de
sangramentos com resultados fatais [especialmente hemorragias
intracranianas (sangramento dentro da cabeça), gastrintestinais
(no estômago e intestino) e retroperitoneais (região posterior do
peritônio que é uma camada de tecido que reveste a cavidade ab-
dominal e cobre a maioria das vísceras), agranulocitose (falta ou
redução acentuada de glóbulos brancos), anemia aplástica/panci-
topenia (diminuição global de células no sangue), púrpura trom-
bocitopênica trombótica (PTT) (distúrbio sanguíneo grave
ca racterizado pela doença dos pequenos vasos, ou seja, os capi-
lares, e aumento da agregação das plaquetas)].
Sistema imunológico (de defesa):
Muito raro: reação anafilática (reação alérgica), doença do soro
(reação alérgica tardia com urticária, febre, mal estar secundária
a medicamentos ou anti-soro).
Alterações psiquiátricas:
Muito raro: confusão, alucinação.
Sistema nervoso:
Muito raro: alteração no paladar
Sistema vascular:
Muito raro: inflamação dos vasos sanguíneos, pressão arterial
baixa.
Distúrbios respiratórios, torácicos e no mediastino:
Muito raro: broncoespasmo (contração dos brônquios e bron-
quíolos), pneumonia intersticial (doença que afeta o pulmão).
Distúrbios gastrintestinais (do estômago e intestino):
Muito raro: colite (inflamação do colo, parte do intestino) (in-
cluindo ulcerativa ou colite linfocítica), pancreatite (inflamação
do pâncreas), estomatite (inflamação na boca).
Distúrbios hepatobiliares:
Muito raro: hepatite (inflamação no fígado) (não infecciosa),
insuficiência hepática (redução grave da função do fígado) aguda.
Pele e tecido subcutâneo:
Muito raro: erupção maculopapular ou eritematoso, urticária,
coceira, angioedema (inchaço na pele), dermatite bolhosa [eri-
tema (vermelhidão) multiforme, síndrome de Stevens Johnson
(forma grave de erupção bolhosa), necrólise epidérmica tóxica
(doença onde grandes extensões da pele ficam vermelhas e mor-
rem), eczema (doença inflamatória da pele),
líquen planus
(doença da pele e membranas mucosas que causa coceira e infla-
mação)
.Aparelho músculo-esquelético, tecido conectivo e medula
óssea:
Muito raro: dor nas juntas, inflamação nas juntas, inflamação
dos músculos.
Distúrbios urinário e renal:
Muito raro: glomerulopatia (doença que acomete o glomérulo,
principal estrutura do rim responsável pela filtração do sangue).
Alterações gerais e condições no local da administração:
Muito raro: febre.
Alterações laboratoriais:
Muito raro: teste de função do fígado anormal e aumento da
creatinina sanguínea (teste que avalia a função renal).
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova in-
dicação e nova concentração no país e, embora as pesquisas
tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que
indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos ad-
versos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe
seu médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o
aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medica-
mento. Informe também à empresa através do seu serviço de
atendimento.

9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTI-
DADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICA-
MENTO?

A superdosagem com clopidogrel pode levar a um aumento do
tempo de sangramento e subsequentes complicações neste sen-
tido. Terapia apropriada precisa ser considerada se sangramento
for observado. Não foi encontrado nenhum antídoto (substância
que inativa) para a atividade farmacológica de bissulfato de clo-
pidogrel. Se for necessária a correção imediata do prolongamento
do tempo de sangramento, a transfusão de plaquetas pode rever-
ter os efeitos deste medicamento.
Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento,
procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou
bula do medicamento, se possível.

Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.
DIZERES LEGAIS
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
MS – 1.0573.0401
Farmacêutico Responsável:
Wilson R. Farias – CRF-SP nº 9.555
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Via Dutra, km 222,2 – Guarulhos – SP
CNPJ 60.659.463/0001-91 – Indústria Brasileira
Esta bula foi atualizada conforme Bula Padrão aprovada pela
ANVISA em (20/06/2011)

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