Princípio ativo: clindamicina

Antibióticos – Receituário simples em duas vias

Clindamicina

Composição – CLINDAMICINA

cada ampola da solução injetável contém:fosfato de clindamicina 198 mg; (equivalente a 150 mg de clindamicina base); água para injeção q.s.p. 1 ml.

Posologia e Administração – CLINDAMICINA

adultos (intramuscular ou intravenosa). Infecções moderadas ou infecções devidas a microorganismos patogênicos altamente sensíveis: administrar 600 mg/dia em 2 doses iguais. Infecções moderadamente graves: administrar 600- 1200 mg/dia em 2, 3 ou 4 doses iguais. Infecções graves: administrar 1200-2700 mg/dia em 2, 3 ou 4 doses iguais. Nota: alternativamente o medicamento pode ser administrado na forma de uma infusão rápida e única da primeira dose acompanhada por infusão endovenosa contínua da seguinte maneira: índice de infusão: nível de Clindamicina no soro: acima de 4 mcg/ml; índice de infusão rápida por 30 minutos: 10 mg/min; índice de infusão de manutenção: 0,75 mg/min. Nível de Clindamicina no soro: acima de 5 mcg/ml; índice de infusão rápida por 30 minutos: 15 mg/min; índice de infusão de manutenção: 1,00 mg/min. Nível de Clindamicina no soro: acima de 6 mcg/ml: índice de infusão rápida por 30 minutos: 20 mg/min; índice de infusão de manutenção: 1,25 mg/min. Crianças com mais de 1 mês de idade (intramuscular ou intravenosa). Infecções moderadas ou infecções devidas a microorganismos patogênicos altamente sensíveis: administrar 10-15 mg/kg/dia em 3 ou 4 doses iguais. Infecções moderadamente graves: administrar 15-25 mg/kg/dia em 3 ou 4 doses iguais. Infecções graves: administrar 25-40 mg/kg/dia em 3 ou 4 doses iguais. Como uma alternativa para dosagem com base em peso corporal, a dose para crianças pode ser determinada em metros quadrados de superfície corporal: 350 mg/m2/dia para infecções moderadas a moderadamente graves e 450 mg/m2/dia para infecções moderadamente graves a graves. Nota: em infecções graves, recomenda-se que as crianças recebam não menos que 300 mg/dia, qualquer que seja o peso corporal. Índice de diluição e infusão: não são recomendadas injeções intramusculares acima 600 mg. O fosfato de clindamicina deve ser diluído antes de administração endovenosa para uma concentração de 6 mg/ml conforme o esquema a seguir: 300 mg em 50 ml de diluente durante 10 minutos; 600 mg em 100 ml de diluente durante 20 minutos; 900 mg em 100 ml de diluente durante 30 minutos; 1200 mg em 100 ml de diluente durante 40 minutos. Estudos realizados não demostraram qualquer inativação ou incompatibilidade do uso do fosfato de Clindamicina com soluções endovenosas contendo cloreto de sódio, glicose, cálcio, potássio ou ringer lactato, vitaminas do complexo B, cefalotina, kanamicina, gentamicina, penicilina ou carbenicilina. Concentrações estas habitualmente utilizadas durante 24 horas à temperatura ambiente. Existe incompatibilidade da clindamicina com ampicilina, defenilidantoína, barbitúricos, aminofilina, gluconato de cálcio e sulfato de magnésio. Superdosagem: em caso de superdosagem torna-se necessária a instituição de tratamento sintomático e de apoio. A hemodiálise e a diálise peritoneal não são eficazes para remoção da Clindamicina do soro.

Precauções – CLINDAMICINA

não se deve usar Clindamicina durante a gravidez e na lactação. Não estão determinadas com segurança as doses adequadas para lactentes com menos de 1 mês de idade. A Clindamicina, como outros antibióticos, pode induzir a ocorrência de diarréia. Estudos recentes indicaram uma toxina (ou toxinas) produzidas por Clostridium difficile como a principal causa direta de colite associada a antibióticos. Normalmente o Clostridium toxigênico é sensível à vancomicina in vitro. Quando 125 mg a 500 mg de vancomicina são administrados oralmente 4 vezes ao dia por 7 a 10 dias, observa- se rápido desaparecimento de toxinas em amostras fecais e coincidente melhora clínica da diarréia.

Reações adversas – CLINDAMICINA

o uso do medicamento deve ser interrompido e medidas adequadas devem ser tomadas, se ocorrerem reações de hipersensibilidade. Anormalidades no teste da função hepática como a elevação das transaminases séricas foram observadas. Neutropenia e eosinofilia transitórias passageiras têm sido relatadas.

Contra-Indicações – CLINDAMICINA

indivíduos com antecedentes de hipersensibilidade a preparações que contenham clindamicina ou lincomicina.

Indicações – CLINDAMICINA

coadjuvante de cirurgias das infecções ósseas crônicas, incluindo osteomielite hematógena aguda produzida por estafilococos e infecções articulares. Infecções do trato geniturinário, causadas por microorganismos anaeróbicos incluindo infecções pélvicas e de trato genital feminino, tais como, endometrites, abscessos tubo- ovarianos não gonocócicos, celulite pélvica e infecções vaginais pós-cirúrgicas. Infecções intra-abdominais causadas por microorganismos anaeróbicos como peritonites e abscessos. No tratamento de pneumonias causadas por microorganismos anaeróbicos incluindo infecções graves do trato respiratório, tais como, empiema, pneumonia anaeróbica e abscessos pulmonares. Nas septicemias causadas por estreptococos e estafilococos. Nas infecções da pele e tecidos moles causadas por anaeróbicos, estreptococos e estafilococos. A Clindamicina também é usada no tratamento da actinomicose, de infecções de feridas por queimadura, de erisipela, no tratamento da otite média supurada crônica e da sinusite.

Apresentação – CLINDAMICINA

300 mg: embalagem contendo 1 ou 20 ampolas de 2 ml. 600 mg: embalagem contendo 1 ou 20 ampolas de 4 ml. O conteúdo da ampola é 4 ml e está envasado em ampola de 5 ml. 900 mg: embalagem contendo 1 ou 20 ampolas de 6 ml. O conteúdo da ampola é 6 ml e está envasado em ampola de 10 ml.

LABORATÓRIO

ARISTON

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