Princípio ativo: claritromicina

Antibióticos – Receituário simples em duas vias

Claritromicina Liberação Prolo

Referência

Klaricid (Abbott)

Apresentação de Claritromicina Liberação Prolongada

USO ADULTO Via oral. KLARICID UD (claritromicina): embalagens com 7 e 10 comprimidos de liberação prolongada de 500 mg cada (Lista nº M-299). USO ADULTO Cada comprimido de liberação prolongada contém: Claritromicina: 500 mg Excipientes: ácido cítrico anidro, alginato de sódio, alginato de cálcio e sódio, lactose, polividona, talco, ácido esteárico, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, polietileno glicol 400 e 8000, dióxido de titânio, corante amarelo quinolina E104, ácido sórbico.

Claritromicina Liberação Prolongada – Indicações

KLARICID UD (claritromicina) está indicado para o tratamento de infecções de vias aéreas superiores e inferiores e de infecções de pele e tecidos moles, causadas por todos os microorganismos sensíveis à claritromicina.

Contra-indicações de Claritromicina Liberação Prolongada

KLARICID UD (claritromicina) está contra-indicado para o tratamento de pacientes com conhecida hipersensibilidade aos antibióticos macrolídeos. A claritromicina está contra-indicada em pacientes tratados concomitantemente com astemizol, cisaprida, pimozida e terfenadina (ver Interações Medicamentosas). Como a dose de 500 mg por dia não pode ser reduzida com o uso de comprimidos de claritromicina de liberação prolongada, ela está contra-indicada em pacientes com depuração de creatinina menor do que 30 mL/min. Comprimidos de KLARICID (claritromicina) de 250 mg e 500 mg, de liberação imediata, poderão ser utilizados nesta população de pacientes.

Advertências

A claritromicina é excretada principalmente pelo fígado; devendo ser administrada com cautela a pacientes com função hepática alterada. Deve ser também administrada com precaução a pacientes com comprometimento moderado a grave da função renal. Deve-se considerar a possibilidade de resistência bacteriana cruzada entre a claritromicina e os outros macrolídeos, como a lincomicina e a clindamicina. Colite pseudomembranosa foi descrita para quase todos os agentes antibacterianos, incluindo macrolídeos, podendo sua gravidade variar de leve a risco de vida. Uso em idosos: um estudo foi conduzido para avaliar e comparar a segurança e o perfil farmacocinético de doses múltiplas de 500 mg de claritromicina de liberação imediata em mulheres e homens idosos saudáveis com homens adultos saudáveis. No grupo de idosos, os níveis plasmáticos circulantes do fármaco inalterado e do metabólito 14-OH foram maiores e a depuração destas substâncias mais lenta do que no grupo de adultos. Entretanto, não houve diferença entre os dois grupos quando a depuração renal foi correlacionado com a depuração de creatinina. É concluído a partir destes resultados que qualquer efeito no uso da claritromicina está relacionado com a função renal e não com a idade per se. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Uso na gravidez de Claritromicina Liberação Prolongada

a segurança do uso da claritromicina durante a gravidez não foi ainda estabelecida. Estudos de teratogênese em animais, com doses 70 vezes superiores às terapêuticas para uso humano, mostraram aumento da incidência de anormalidades fetais. Os benefícios e os riscos da utilização de KLARICID? UD (claritromicina) na mulher grávida devem ser ponderados pelo médico prescritor, principalmente durante os três primeiros meses da gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Uso na amamentação: a segurança do uso da claritromicina durante o aleitamento materno ainda não está estabelecida. A claritromicina é excretada pelo leite materno.

Interações medicamentosas de Claritromicina Liberação Prolongada

Interações relacionadas à enzima citocromo P450 Os dados disponíveis até o presente indicam que a claritromicina é metabolizada no fígado, principalmente pela enzima do sistema citocromo P450 3A (CYP3A). Este é um mecanismo importante que determina muitas interações medicamentosas. O metabolismo de outras substâncias por este sistema pode ser inibido pela administração concomitante com claritromicina e pode ser associado com elevações nos níveis plasmáticos dessas outras substâncias. As seguintes substâncias são sabidamente ou supostamente metabolizadas pela mesma isoenzima CYP3A: anticoagulantes orais (ex. warfarina), alcalóides do ergot, alprazolam, astemizol, carbamazepina, cilostazol, cisaprida, metilprednisolona, omeprazol, pimozida, quinidina, sildenafil, sinvastatina, terfenadina, triazolam, tacrolimus, lovastatina, disopiramida, midazolam, ciclosporina, vimblastina e rifabutina. Substâncias que interagem por mecanismos semelhantes através de outras isoenzimas dentro do sistema citocromo P450 incluem a fenitoína, teofilina e valproato. Resultados de estudos clínicos revelaram que existe um aumento ligeiro, mas estatisticamente significativo (p menor ou igual a 0,05), nos níveis circulantes de teofilina ou de carbamazepina, quando algum destes medicamentos é administrado concomitantemente com a claritromicina. Interações com eritromicina e/ou claritromicina e as seguintes substâncias foram relatadas na pós-comercialização: Rabdomiólise coincidente com a co-administração de claritromicina e inibidores da HMG-CoA redutase, lovastatina e sinvastatina, tem sido raramente reportada. Foram relatados aumentos dos níveis de cisaprida em pacientes tratados concomitantemente com claritromicina. Isto pode resultar em prolongamento do intervalo QT e arritmias cardíacas, incluindo taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e Torsades de Pointes. Efeitos semelhantes foram observados em pacientes tratados concomitantemente com claritromicina e pimozida (ver Contraindicações). Foi relatado que os macrolídeos alteram o metabolismo da terfenadina resultando em níveis aumentados de terfenadina, que ocasionalmente foi associado com arritmias cardíacas tais como prolongamento do intervalo QT, taquicardia ventricular, fibrilação ventricular e Torsades de Pointes. Em um estudo em 14 voluntários sadios, o uso concomitante de claritromicina e terfenadina resultou em um aumento de duas a três vezes nos níveis séricos do metabólito ácido da terfenadina e em prolongamento do intervalo QT, que não teve qualquer efeito detectável clinicamente. Semelhantes efeitos foram observados com a administração concomitante de astemizol e de outros macrolídeos. Após a comercialização da claritromicina, foram relatados casos de Torsades de Pointes que ocorreram com o uso concomitante de claritromicina e quinidina ou disopiramida. Os níveis séricos destes medicamentos devem ser bem controlados em pacientes que os usam concomitantemente com a claritromicina. Ergotamina/diidroergotamina: estudos de pós-comercialização indicaram que a coadministração de claritromicina com ergotamina ou diidroergotamina foi associada com toxicidade aguda de ergot, caracterizada por vasoespasmos e isquemia das extremidades e outros tecidos, inclusive sistema nervoso central. Interações relacionadas a outras drogas Elevação nas concentrações séricas de digoxina foram relatadas em pacientes que receberam concomitantemente claritromicina comprimidos e digoxina. O monitoramento dos níveis séricos da digoxina deve ser considerada. Colchicina: a colchicina é um substrato para CYP3A e para o transportador de efluxo, P-glicoproteína (Pgp). Sabe-se que a claritromicina e outros macrolídeos inibem o CYP3A e a Pgp. Quando claritromicina e colchicina são administradas concomitantemente, a inibição da Pgp e/ou do CYP3A pela claritromicina pode levar a um aumento da exposição à colchicina. Os pacientes devem ser monitorizados quanto a sintomas clínicos de toxicidade por colchicina (ver Advertências). Interações medicamentosas com anti-retrovirais A administração simultânea de comprimidos de claritromicina e zidovudina a pacientes adultos pode resultar em decréscimo do estado de equilíbrio (steadystate) das concentrações de zidovudina. Aparentemente, a claritromicina interfere com a absorção da zidovudina quando estes medicamentos são administrados simultaneamente, porém, esta interação pode ser evitada intercalando-se as doses de ambos. Esta interação não parece ocorrer em pacientes pediátricos, tratados concomitantemente com claritromicina suspensão e zidovudina ou dideoxinosina. Não foram conduzidos estudos similares com zidovudina e claritromicina de liberação prolongada. Um estudo farmacocinético demonstrou que a administração concomitante de 200 mg de ritonavir a cada 8 horas e 500 mg de claritromicina a cada 12 horas resultou em importante inibição do metabolismo da claritromicina. O Cmax da claritromicina aumentou 31%, o Cmin aumentou 182% e AUC aumentou 77% com a administração concomitante de ritonavir. Foi observada uma completa inibição da formação do metabólito 14-[R-hidroxi-claritromicina. Devido a grande janela terapêutica da claritromicina, não é necessária nenhuma redução de dose em pacientes com função renal normal. Entretanto, em pacientes com disfunção renal, os seguintes ajustes deverão ser considerados: para pacientes com depuração de creatinina entre 30 e 60 mL/min, a dose de claritromicina deve ser reduzida em 50%, resultando na dose máxima de um comprimido de claritromicina de liberação prolongada ao dia. Para pacientes com depuração de creatinina menor do que 30 mL/min, os comprimidos de liberação prolongada não devem ser utilizados, já que não é possível a redução da dose ao usar esta forma farmacêutica. Doses de claritromicina maiores que 1g/dia não devem ser administradas concomitantemente com ritonavir.

Reações adversas / Efeitos colaterais de Claritromicina Liberação Prolongada

As reações adversas relacionadas com o uso da claritromicina mais freqüentemente relatadas foram algumas perturbações gastrintestinais, como náusea, dispepsia, dor abdominal, vômito e diarréia. Outras reações adversas foram cefaléia, paladar alterado e elevação transitória de enzimas hepáticas. Farmacovigilância pós-comercialização Como ocorre com outros macrolídeos, disfunção hepática, incluindo aumento de enzimas hepáticas, hepatite colestática e/ou hepatocelular, com ou sem icterícia, tem sido ocasionalmente relatada com claritromicina. Esta disfunção hepática pode ser grave, sendo normalmente reversível. Em situações muito raras, insuficiência hepática com desenlace fatal foi relatada, e geralmente estava associada com doenças subjacentes graves e/ou medicações concomitantes. Casos isolados de creatinina sérica aumentada foram registrados, não tendo sido estabelecida nenhuma associação. Há relatos de colite pseudomembranosa associada ao uso de claritromicina. Como com outros macrolídeos, prolongamento de intervalos QT, taquicardia ventricular e Torsades de Pointes foram raramente relatadas com claritromicina. Glossite, estomatite, monilíase oral e descoloração da língua foram relatadas durante tratamento com claritromicina. Foi descrita descoloração dos dentes, geralmente reversível com limpeza profissional. Reações alérgicas, desde urticária e erupções cutâneas leves, até anafilaxia e síndrome de Stevens-Johnson, foram relatadas. Houve relatos de efeitos transitórios sobre o SNC, incluindo tontura, vertigens, ansiedade, insônia, pesadelos, zumbidos, confusão, desorientação, alucinação, psicose e despersonalização; entretanto, não foi estabelecida uma relação de causa/efeito. Foi relatada perda auditiva com claritromicina, geralmente reversível com a retirada do medicamento. Foram descritas alterações do olfato, normalmente em conjunto com alterações do paladar. Foram descritos raros casos de hipoglicemia, alguns dos quais ocorreram em pacientes fazendo uso concomitante de agentes hipoglicemiantes orais ou insulina. Foram relatados raros casos de leucopenia e trombocitopenia. Raros casos de pancreatite e convulsões foram relatados. Foram relatados casos de nefrite intersticial com o uso de claritromicina. Há relatos pós-comercialização de toxicidade por colchicina quando administrada concomitantemente com claritromicina, especialmente em pacientes idosos e com insuficiência renal. Óbitos foram reportados em alguns destes pacientes (ver Interações Medicamentosas e Advertências).

Claritromicina Liberação Prolongada – Posologia

A posologia habitual de KLARICID UD (comprimidos de claritromicina de liberação prolongada) para adultos é de um comprimido de liberação prolongada de 500 mg, por via oral, uma vez ao dia com alimento. Nas infecções mais graves, a posologia pode ser aumentada para 1000 mg (2 comprimidos de 500 mg), uma vez ao dia. A duração habitual do tratamento é de 5 a 14 dias, exceto os tratamentos da pneumonia adquirida na comunidade e sinusites que requerem de 6 a 14 dias de tratamento. KLARICID UD não deve ser utilizado em doentes com insuficiência renal significante (depuração de creatinina menor do que 30 mL/min). Comprimidos de KLARICID UD (claritromicina) de 250 mg e 500 mg, de liberação imediata, poderão ser utilizados nesta população de pacientes (ver Contra-indicações). Para pacientes com disfunção renal moderada (depuração de creatinina de 30 a 60 mL/min), a dose deve ser reduzida em 50%, resultando na dose máxima de um comprimido de claritromicina de liberação prolongada ao dia. Os comprimidos de KLARICID UD (claritromicina) não devem ser partidos nem mastigados.

Superdosagem

Alguns relatos indicam que a ingestão de grandes quantidades de claritromicina pode produzir sintomas gastrintestinais. Foi relatado um caso de paciente com histórico de transtorno bipolar que ingeriu superdose de claritromicina e apresentou estado mental alterado, comportamento paranóico, hipopotassemia e hipoxemia. A superdose deve ser tratada com a imediata eliminação do produto não absorvido e com medidas de suporte. A conduta preferível para eliminação é a lavagem gástrica, o mais rapidamente possível. Da mesma forma que com outros macrolídeos, não há evidências de que a claritromicina possa ser eliminada por hemodiálise ou diálise peritoneal.

Características farmacológicas

A claritromicina é um antibiótico semi-sintético do grupo dos macrolídeos, obtido pela substituição do grupo hidroxila na posição 6 pelo grupo CH30 no anel lactônico da eritromicina. A claritromicina é a 6-0-metil-eritromicina A. O pó branco do antibiótico é amargo, praticamente sem cheiro, essencialmente insolúvel em água, e significantemente solúvel em etanol, metanol e acetonitrila. Seu peso molecular é de 747,96. O comprimido de liberação prolongada contém 500 mg de antibiótico ativo e tem uma matriz homogênea, a qual promove uma liberação sustentada durante seu trânsito através do trato gastrintestinal. Farmacologia clínica Microbiologia A claritromicina exerce sua ação antibacteriana através de sua ligação às subunidades ribossômicas 50S dos agentes patogênicos sensíveis, suprimindo-lhes a síntese protéica. A claritromicina tem demonstrado excelente atividade in vitro contra uma grande variedade de organismos gram-positivos e gram-negativos, aeróbios e anaeróbios. As concentrações inibitórias mínimas (CIMs) da claritromicina, geralmente são uma diluição log2 mais potentes do que as CIMs da eritromicina. Os dados in vitro também indicam que a claritromicina apresenta uma excelente atividade contra Legionella pneumophila e Mycoplasma pneumoniae. Os dados in vitro indicam que espécies de Enterobacteriaceae e de pseudomonas e outros bacilos gram-negativos não fermentadores de lactose não são sensíveis à claritromicina. A claritromicina tem se mostrado ativa contra a maioria das cepas dos seguintes microorganismos, tanto in vitro quanto em infecções clínicas: Microrganismos gram-positivos aeróbios: Staphylococcus aureus, Streptococcus pneumoniae, Streptococcus pyogenes, Listeria monocytogenes. Microorganismos gram-negativos aeróbios: Haemophilus influenzae, Haemophilus parainfluenzae, Moraxella catarrhalis, Neisseria gonorrhoeae, Legionella pneumophila. Outros microorganismos: Mycoplasma pneumoniae, Chlamydia pneumoniae (TWAR). Micobactérias: Mycobacterium leprae, Mycobacterium kansasii, Mycobacterium chelonae, Mycobacterium fortuitum, Mycobacterium avium complex (MAC) consistindo de: Mycobacterium avium e Mycobacterium intracellulare. A produção de betalactamase não deve apresentar efeitos sobre a atividade da claritromicina. NOTA: a maioria das cepas de estafilococos resistentes à meticilina e à oxacilina são resistentes à claritromicina. Os seguintes dados in vitro estão disponíveis, mas seu significado clínico é desconhecido. A claritromicina apresenta atividade in vitro contra a maioria das cepas dos seguintes microorganismos; entretanto, a segurança e eficácia da claritromicina no tratamento de infecções clínicas desses microorganismos ainda não foram estabelecidas em estudos clínicos adequados e bem controlados. Microorganismos aeróbios gram-positivos: Streptococcus agalactiae, Streptococci (Grupos C, F e G), Streptococcus viridans. Microorganismos aeróbios gram-negativos: Bordetella pertussis, Pasteurella multocida. Microorganismos anaeróbios gram-positivos: Propionibacterium acnes, Clostridium perfringens, Peptococcus niger. Microorganismos anaeróbios gram-negativos: Bacteroides melaninogenicus. Espiroquetas: Borrelia burgdorferi, Treponema pallidum. Campilobacter: Campylobacter jejuni. O principal metabólito da claritromicina no homem e em outros primatas é a 14-OHclaritromicina, que é microbiologicamente ativa. Sua atividade é uma ou duas vezes menor do que a droga original para a maioria dos microorganismos, exceto para o H. influenzae, para o qual é duas vezes mais ativo. A claritromicina e seu metabólito 14-OH exercem um efeito aditivo ou sinérgico sobre o H. influenzae, in vitro ou in vivo, dependendo da cepa bacteriana. A claritromicina mostrou ser 2 a 10 vezes mais efetiva do que a eritromicina em vários modelos experimentais de infecção em animais, tais como nos abscessos subcutâneos e intraperitoneais e nas infecções do trato respiratório em camundongos. Esses modelos envolviam as seguintes bactérias: S. pneumoniae, S.aureus, S.pyogenes e H.influenzae. Em cobaias com infecção por Legionella, uma dose intraperitoneal de 1,6 mg/kg/dia de claritromicina foi mais efetiva do que 50 mg/kg/dia de eritromicina. Testes de Sensibilidade Os métodos quantitativos que requerem medida dos diâmetros das zonas fornecem estimativas mais precisas da sensibilidade antibiótica. Um procedimento recomendado utiliza discos impregnados com 15 mcg de claritromicina para testar a sensibilidade (teste de difusão de Kirby-Bauer); as interpretações correlacionam o diâmetro das zonas do disco de teste com os valores das CIMs para a claritromicina. As CIMs são determinadas pelo método de diluição em caldo ou ágar. Com este procedimento, um relatório do laboratório de sensível indica que o organismo infectante provavelmente responderá ao tratamento. Um relatório de resistente indica que o organismo infectante provavelmente não responderá ao tratamento. Um relatório de sensibilidade intermediária sugere que o efeito terapêutico da substância pode ser duvidoso ou que o organismo poderia ser sensível se fossem utilizadas doses maiores (sensibilidade intermediária também é referida como moderadamente sensível).

Resultados de eficácia

Os resultados de eficácia estão disponíveis em referências bibliográficas. Rerências Bibliográficas: Caso haja interesse em conhecer as referências bibliográficas e/ou estudos clínicos disponíveis para este medicamento entre em contato com nosso Serviço de Atendimento ao Consumidor û Abbott Center através do telefone 0800 7031050.

Modo de usar

A posologia habitual de KLARICID UD (comprimidos de claritromicina de liberação prolongada) para adultos é de um comprimido de liberação prolongada de 500 mg, por via oral, uma vez ao dia com alimento. Nas infecções mais graves, a posologia pode ser aumentada para 1000 mg (2 comprimidos de 500 mg), uma vez ao dia. A duração habitual do tratamento é de 5 a 14 dias, exceto os tratamentos da pneumonia adquirida na comunidade e sinusites que requerem de 6 a 14 dias de tratamento. KLARICID UD não deve ser utilizado em doentes com insuficiência renal significante (depuração de creatinina menor do que 30 mL/min). Comprimidos de KLARICID UD (claritromicina) de 250 mg e 500 mg, de liberação imediata, poderão ser utilizados nesta população de pacientes (ver Contra-indicações). Para pacientes com disfunção renal moderada (depuração de creatinina de 30 a 60 mL/min), a dose deve ser reduzida em 50%, resultando na dose máxima de um comprimido de claritromicina de liberação prolongada ao dia. Os comprimidos de KLARICID UD (claritromicina) não devem ser partidos nem mastigados.

Uso em idosos, crianças e em outros grupos de risco

Pacientes idosos: não há restrições para uso de claritromicina em idosos, desde que tenham função renal normal. Em idosos com prejuízo da função renal, a dose deve ser reduzida à metade (ver Advertências e Posologia). Uso em pacientes com disfunção renal: KLARICID? UD (claritromicina) não deve ser utilizado em pacientes com insuficiência renal significante (depuração de creatinina menor do que 30 mL/min). Para pacientes com disfunção renal moderada (depuração de creatinina de 30 a 60 mL/min), a dose deve ser reduzida em 50%, resultando na dose máxima de um comprimido de claritromicina de liberação prolongada ao dia. Uso em pacientes com disfunção hepática: não são necessários ajustes nas doses de claritromicina em pacientes com disfunção hepática moderada ou severa, desde que apresentem função renal normal. A claritromicina é excretada principalmente pelo fígado, devendo ser administrada com cautela em pacientes com função hepática alterada.

Armazenagem

KLARICID? UD (claritromicina) deve ser armazenado em temperatura ambiente (15 – 30°C), ao abrigo da luz e da umidade.

Dizeres legais

MS n° 1.0553.0200 Farm. Responsável: Fabio Bussinger da Silva CRF-RJ 9277 Fabricado por: Abbott Laboratories Argentina S.A. Avenida Valentin Vergara, 7989 (B1891EUE), Ingeniero Allan Partido de Florencio Varela Provincia de Buenos Aires Argentina Importado e distribuído por: Abbott Laboratórios do Brasil Ltda. Estrada dos Bandeirantes, 2400 Rio de Janeiro RJ CNPJ: 56.998.701/0012-79

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