Princípio ativo: glimepiridaGlimeprid
Classe terapêutica dos Hipoglicemiantes Orais
Princípio ativo Glimepirida. venda sob prescrição médica.
Indicações de Glimeprid
Tratamento oral do diabetes mellitus não insulino-dependente (Tipo II), quando os níveis de glicose
não podem ser adequadamente controlados por dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.
Efeitos Colaterais de Glimeprid
Dor de cabeça, excesso de apetite, náusea, vômitos, fadiga, insônia, alteração do sono,
inquietação, agressividade, falta de concentração, depressão, confusão mental, alterações da fala e da visão, afasia,
tremor, paresias, distúrbios sensoriais, tontura, sensação de abandono, perda do próprio controle, delírio, convulsão,
sonolência e alterações da percepção, podendo evoluir para coma, dificuldade de respiração e bradicardia. Sinais de
contra-regulação adrenérgica como sudorese, pele úmida e fria, ansiedade, taquicardia, hipertensão, palpitação,
angina do peito e arritmias cardíacas. Alterações visuais temporárias. Náusea, vômito, sensação de plenitude gástrica,
dor abdominal e diarréia. Pode-se observar aumento das enzimas hepáticas, alterações na função hepática e hepatite,
fatores contributivos para insuficiência hepática. Ainda, prurido, urticária ou erupções. Podem ocorrer diminuição do
sódio sérico, vasculite alérgica e hipersensibilidade cutânea à luz.
Como Usar (Posologia)
Dose inicial usual: 1 mg/dia. se necessário, aumentá-la conforme nível de glicose no sangue e de
Forma gradual, em intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas: 1 mg, 2 mg, 3 mg, 4 mg, 6 mg.
Pacientes com diabetes bem controlado – 1 a 4 mg/dia. doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) não devem ser
Utilizadas.
Contra-Indicações de Glimeprid
Pacientes portadores de diabetes mellitus insulino-dependente (Tipo I), em pré-coma ou
coma diabético ou em cetoacidose diabética. Hipersensibilidade à glimepirida ou outras sulfoniluréias, derivados
sulfonamídicos ou a qualquer componente da formulação. Insuficiência renal ou hepática graves. Gravidez e lactação.
Modo de Uso (Posologia) de Glimeprid
Dose inicial usual: 1 mg/dia. se necessário, aumentá-la conforme nível de glicose no sangue e de
Forma gradual, em intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas: 1 mg, 2 mg, 3 mg, 4 mg, 6 mg.
Pacientes com diabetes bem controlado – 1 a 4 mg/dia. doses diárias superiores a 6 mg (até 8 mg) não devem ser
Utilizadas.
Apresentações
30 comprimidos 1 mg
30 comprimidos 2 mg
30 comprimidos 4 mg
Interações Medicamentosas
A administração simultânea de insulina ou outro antidiabético oral, alopurinol,
cloranfenicol, ciclofosfamidas, fenfluramina, fibratos, guanetidina, inibidores da MAO, ácido paraminosalicílico,
fenilbutazona e oxifenilbutazona, probenecida, salicilatos, sulfonamidas, tritoqualina, tetraciclinas, inibidores da ECA,
esteróides anabolizantes e hormônios masculinos, derivados cumarínicos, disopiramida, feniramidol, fluoxetina,
ifosfamida, miconazol, pentoxifilina (parenteral em doses altas), azapropazona, quinolonas, sulfimpirazona,
trofosfamida pode potencializar o efeito terapêutico da glimepirida, com acentuação da diminuição do nível de açúcar
no sangue e conseqüente hipoglicemia. Acetazolina, corticosteróides, diuréticos, glucagon, ácido nicotínico,
fenotiazínicos, rifampicina, barbitúricos, diazóxido, epinefrina e outros agentes simpaticomiméticos, laxantes,
estrogênios e progestágenos, fenitoína, hormônios da tireóide, quando administradas simultaneamente, atuam
reduzindo o efeito hipoglicemiante da glimepirida. Clonidina e reserpina, quando administradas simultaneamente,
podem induzir tanto à potencialização quanto à diminuição do efeito hipoglicemiante da glimepirida. Beta-bloqueadores
diminuem a tolerância à glicose e podem aumentar a tendência à hipoglicemia. Pacientes com diabetes mellitus,
podem levar à deterioração do controle metabólico. Sob influência de fármacos simpaticolíticos, os sinais da contraregulação
adrenérgica para hipoglicemia podem estar reduzidos ou ausentes. Álcool pode potencializar ou diminuir a
ação hipoglicemiante da glimepirida. A glimepirida pode potencializar ou diminuir os efeitos dos derivados cumarínicos.
Precauções e Advertências
O uso regular de GLIMEPRID aliado a dieta adequada, exercícios físicos
regulares e, se necessário, redução do peso corporal são importantes para o controle adequado da glicemia. Informar
ao médico quando de qualquer reação do tipo hipoglicêmico (poliúria, polidipsia, secura da boca e pele ressecada).
Quando houver indisposição, incapacidade do paciente de cooperar, desnutrição, alteração na dieta, desequilíbrio
entre o esforço físico e ingestão de carboidratos, consumo de álcool, função renal comprometida, descompensação
hormonal, insuficiência hepática, superdose com GLIMEPRID e associação medicamentosa, pode ser necessário
ajuste da posologia de GLIMEPRID ou de toda a terapia. Os sintomas de hipoglicemia podem ser mais leves ou
ausentes quando esta se desenvolver de forma gradual, por exemplo, quando da idade avançada, o paciente estiver
recebendo tratamento simultâneo com beta-bloqueadores e outros fármacos simpaticolíticos. Hipoglicemia severa
requer tratamento imediato. Trauma, cirurgia, infecções febris pode ocorrer uma desregulação do nível de açúcar no
sangue, fazendo-se necessário substituir o hipoglicemiante oral pela insulina. Durante o tratamento efetuar
determinações periódicas dos níveis de glicemia e glicosúria. Pode ocorrer diminuição do estado de alerta, afetando a
habilidade em conduzir veículos ou operar máquinas.
Laboratório
HEXAL DO BRASIL LTDA
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